Sashimi é light, gente!
Quando você reúne um grupo que inclui Leonor Maria, Julio Cesar, Mariana, Lulu, Paty, um leitor da Lelê que ninguém conhecia e mais dois corinthianos amigos, tudo pode acontecer. Se este grupo estiver reunido em volta de uma mesa cheia de sushis e sashimis, a coisa tende a degringolar de vez.
Você rapidamente chega à conclusões. Por exemplo, qualquer história que envolva um apelido bizarro e comece com “Porque quando eu tava transando com ele…” é uma história que não vai sair da sua cabeça nunca mais. Talvez você até tenha pesadelos com ela pelo resto da vida.
A flora intestinal do Julio também foi assunto. E isso porque estávamos jantando. Atenção: não telefonem para ele as nove horas da manhã. É um momento de meditação profunda.
*insira aqui sua rima infame*
Depois de receber muito mais informação sobre os hábitos intestinais do Julio do que eu jamais poderia merecer, tento ajudar a Mari:
- Olha, Mari, pra arrumar marido tem uma simpatia que é tiro e queda. Você pega o Santo Antonio, amarra uma fita vermelha e…
- Tá falando o quê, Gabi, você é separada!
- Pelo menos eu me casei, Leonor.
*choram ambas*
Outra coisa: o banheiro do restaurante japonês é perigoso. Uma vez Lelê achou uma gilete no armário. Ontem eu localizei um baralho na segunda gavetinha. Nem quero pensar nas possibilidades.
Ao fim da comilança, uma dúvida pairava no ar: tem café? Eu, desesperada, verifiquei o cardápio. Nada. Prestes a pedir um chá verde, desarvorada, vejo um garçom passar lá atrás com uma bandeja. Gritei:
- Gente, acabei de ver um cara passando com uma xícara…tem café e acho que é Bravo!
- Calma, Gabi…
- Cutuca o moço ali do lado.
- Er… cutucar?
- Moço, moço!
- Pois não?
- Tem café expresso?
- Temos sim. São quantos?
- Eu te amo.
- Como?
- São 5 cafés, obrigada.
Pena que a Mari esqueceu a máquina fotográfica.
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Como toda mulher moderna, feminista e independente, meu sonho secreto é um dia ser resgatada por um príncipe encantado num cavalo branco.
E como toda história de amor, ela tem que começar bem por acaso. Que nem se fosse um filme: A Diane Lane, recém separada, cruza com o Nicholas Cage no supermercado e eles discutem sobre quem vai levar a última garrafa de vinho da prateleira e aí… bom, vocês entenderam.
Aí eu abro meu Orkut por esses dias e tem um recado de um cara desconhecido: “Não te conheço, mas seu sorriso me cativou”. Pensei: “Oras, é meu prínicipe encantado! Só pode ser!!”
Nem me passou pela cabeça que na minha foto do Orkut eu não estou sorrindo, estou de perfil e com a mão sobre a boca.
Ignorando as possibilidades, cliquei no nome do moço e abri seu perfil. Vi a foto: “Oras, quem vê cara não vê coração! E ele pode ser bem mais bonito pessoalmente! O Brad Pitt também não sai bem em fotos…”
Fui investigar as comunidades e lá estavam: “Eu adoro Gordinhas!”, “Gordinhas são demais”, “Gordinhas Brasil”.
Lembrei da minha dieta, lembrei da salada que eu tinha comido no almoço, do iogurte da janta, do mamãozinho no café da manhã. De todo o esforço que ando fazendo pra entrar numa porcaria de vestido P da Zara que eu nem posso comprar.
Aí eu desliguei o computador, fiz 150 abdominais e rezei três pai-nossos, pra espantar assombração.


Mania dos virginianos de colocar ordem em tudo, ate na bendita da flora intestinal. E nada mais sobre o assunto sera discutido…
P Agora essa do baralho eu nao sabia. Facamos a combinacao: uma gilete e um baralho… uma gilete e um baralho… Ahhhh, quando se joga truco voce tem de… ah, deixa para la, e infame demais da conta…
P Ontem foi legal a perder de vista… a gente tem de repetir sempre e sempre e sempre…
) Beiocas…
Sim, tem que repetir pelo menos uma vez pra eu poder ir. :-/
gentem, s? hist?ria bizarras. Pelo menos geraram MUITAS risadas! Adorei-rei-rei Temos que repetir com toda a tchurma!