Libertem as cabras
A pedidos, volto.
Ando sem saco pra escrever.
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Ontem vi um mico, um porco e duas cabras.
Eu explico: primeiro fui a uma loja de produtos para animais ali na Marginal Tietê. Ali havia um pequeno mico em uma gaiola. Mais ou menos do tamanho da minha mão, o bichinho pulava de galho em galho e comia um pedaço de banana bem maior que a cabeça dele.
Dali, fui à Cubatão, a trabalho. De repente, vejo um porco em uma casa. Era mesmo um leitãzinho, pois fiz questão de dar ré e parar na frente do portão para confirmar. Um porquinho, gordo e limpinho.
Ao pegar o acesso para a Imigrantes, para voltar pra casa, vi duas cabras pastando calmamente às margens da rodovia. Não havia sinal de um pastor ou equivalente responsável humano, então imagino que as cabras sejam cabras livres e rebeldes que habitam a beira da Imigrantes.
Liberdade para as cabras!!
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É preciso contar aqui: fomos para o sítio do Penin semana passada, os carros não quebraram, ninguém morreu, não houveram fraturas expostas e a única casualidade foram sete picadas de mosquito no pé do Thiago, que ficou parecendo um pãozinho de tão iinchado. O rapaz ficou 2 dias sem trabalhar, mas comparado com as desgraças anteriores, dessa vez foi suquinho.
Será que vencemos a maldição do sítio?
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Reclamei que o aumento combinado não veio e o chefe aproveitou pra falar mal de mim.
Bolha, bolha, bolha…
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Fui a um live de Vampire. Pessoas de preto vagavam, vinho de qualidade indescritível servido, cheguei em casa 6 da manhã.
Ah, e não, eu não aprendi a gostar disso.
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Vou tentar fazer uma mutreta hoje. Se der certo, mais tarde haverá post emocionado.


Gabi, meu nome é Marilin e gostaria de falar com vc via e-mail. Sou jornalista, estou fazendo uma matéria e acho que vc pode me ajudar. Qual é o seu endereço? Escreva pra mim: marilin@topaction.com.br Obrigada, Marilin
Sei lá, Gabi. Vai ver, vencemos a Maldição. Pelo sim pelo não, vamos ter cautela e levar Autan da próxima vez, ok?
Não conseguiu, querida? Depois te conto como foi a entrevista! Um beijão