by Gabi | January 14th, 2010
- Ai, tem OUTRA barata!!
Foi tudo que eu ouvi antes de sair correndo em busca de um homem pra resolver o problema. Atentem, era OUTRA barata, o que significa que já havia acontecido a primeira.
Tudo começou depois do almoço, enquanto fazíamos entrevista de emprego. Na nova agência, estamos em esquema de improviso: como vamos mudar em breve pra uma casa lindona e reformada, estamos numa casa pequena, onde não cabemos de maneira alguma, aguardando a reforma. Empilhados e apertados, improvisamos salas de reunião na recepção, no quintalzinho… E ea no quintal que estávamos, esperando a chuva cair e conversando com um potencial candidato.
Logo que sentamos, vi uma taturana gorducha andando no teto do gazebo. Munida de um cabo de vassoura e um pouco de coragem, peguei a bicha e joguei num cantinho, pra não correr o risco dela cair na minha cabeça. Me sentindo super corajosa e independente, começamos a entrevista.
No meio do papo, gritos: uma barata das grandes se aproximava. Eu, ainda me achando corajosíssima, peguei a vassoura e ploft! na cabeça da barata.
Aqui cabe uma observação: eu não mato nada. Não mato mosca, não mato barata… uso a vassoura pra tontear a bicha e varrê-la pra longe de mim. E foi o que fiz. Qual não foi minha surpresa quando a barata resolveu correr na minha direção? Em pânico, bati de novo. Ela correu pro lado oposto, sumiu de vista por alguns momentos e reapareceu mais adiante, no corredor. Ou ao menos achamos que era a mesma barata. Um colega vinha descendo as escadas e atendeu aos nossos gritos, esmagando a invasora.
Ao sentarmos de novo, já tranquilizadas pela rápida ação do nosso colega matador, a Bruna deu o berro que tá no começo do post. A barata tava ali do nosso lado! A que estava no corredor era OUTRA barata! E pôxa, estamos aqui falando de baratas imensas. Sem exagero, cada uma tinha pelo menos 7cm. Enormes, monstruosas, pantagruélicas. Medonhas. Fugimos dali e fomos pra uma outra sala disponível.
Em minutos, uma terceira barata apareceu e subiu pela porta de vidro. Ao fugirmos, aos berros, uma quarta surgiu. Derrotadas e apavoradas, conseguimos eventualmente acabar a entrevista.
Mas ando olhando pros lados agora, cruzo as ruas temerosa: Um exército de baratas pode tentar invadir o Paraíso.
Barata mostrada em tamanho natural









HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!
Isso é resultado das chuvas. Sobe a água dos esgotos e as coitadas pra não morrerem afogadas invadem as agências.
Olha, tenho problema nenhum com barata. Pode sentar do meu lado e ver tevê comigo que eu nem ligo. Agora, querer ME ENCOSTAR e puxar conversa, aew é fight. De resto, convivo na mais pura harmonia com esses bichinhos lindos de meu Deus.
AHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!
Este foi o mais aterrorizante post de terror que eu já li na minha vida. Sim, porque tudo que inclui baratas é TERROR! Mais intenso que Freddy Krugger, pior que o exorcista, ou qualquer outra coisa que se possa imaginar.
Gabi, você cometeu o erro clássico daquelas que são iniciantes no pânico de barata: bater e atirar para longe supondo que ela vá sumir. Tsc tsc tsc… baratas não são como outros insetos. Aliás, baratas não deveriam nem ser categorizadas como insetos, e sim como MONSTROS. Elas planejam tominar a terra sim. Todo cuidado é pouco. São dissimuladas, se fingem de mortas para saltar em cima do inocente que passe perto dela. Atacam em bando mas aos poucos. Primeiro uma. Depois a outra. Depois a outra. E nem matar é garantia, porque elas voltam. Assim como o Jason, elas SEMPRE voltam…
Tenha cuidado!
Bjs, Lari!
Ah, mas então era um complô baratístico. Provavelmente de um concorrente do tal entrevistado para boicotar sua oportunidade.
Ou seria o ataque das baratas assassinas?
Seja o que for, realmente não há coragem que vença uma ‘turma’ de baratas cujo objetivo é espantar pessoas indefesas de seus trabalhos honestos.
Arghhhhh… que nojo!!!
Gostei do blog.
Beijo.