Desventuras em série
Esta semana vivi situações de muito infortúnio, seguidamente.
Trabalhei muito.
Na quinta, a correia do alternador estourou. Eu e Beto acabamos indo num mecânico 24 horas, em plena rua Amaral Gurgel, pois no dia seguinte eu tinha que estar no trabalho antes das sete da manhã – exploração pouca é bobagem.
Saímos do mecânico às 3 e meia da manhã.
Depois de dormir duas vastas horas, fui trabalhar. Fiz uma apresentação pra uns jornalistas de Ribeirão Preto, com cara de doente. Consegui voltar pra casa cedo, umas 5 da tarde.
Aí tomei um banhinho, pus a roupa pra lavar e pensei: “Oras, vou dar uma cochiladinha…”
Deitei, dormi e acordei às 3 da manhã.
Perdi o aniversário de uma amiga do trabalho e a balada com uma outra amiga depois.
Aí dormi de novo, né? Afinal, eu estava cansada… acordei 6 da manhã ouvindo a voz da minha mãe, meio desesperada:
- Filha!!! Minha filha, responda!! Alôôô!!!
Meio dopada, levei uns segundos para entender: o celular ficou na mesinha de cabeceira. O número da minha mãe está na discagem rápida. O gato estava em cima da mesinha, cheirando o celular.
Conclusão óbvia: o gato ligou pra minha mãe.
E a coitada levou o maior susto porque eu não falava nada…
Aí fui trabalhar hoje, porque desgraça pouca realmente é bo-ba-gem!
Ah, e nesse meio tempo o São Paulo foi campeão da Libertadores.
Mal posso esperar pela segunda feira… no ritmo que a coisa vai, no mínimo amanhã o gato vai comer minha carteira, o Beto vai perder meus documentos e o Corinthians vai ser rebaixado…
Dá licença que eu vou ali jogar um sal grosso e já volto.


Passei só para dar um oi e dizer que estou com saudades dos nossos encontros só para galhofa, aos sábados no Sesc Pompéia. Beijocas
Eu acho que se o curintia fosse (merecidamente) rebaixado, isso seria, no mínimo, perfeito.