24
Oct

Coçando e rodando

por Gabi

Essa noite/madrugada tive a pior reação alérgica da minha vida: não sei ainda o motivo mas basicamente meu corpo inteiro se encheu de bolinhas e vermelhidão e coceiras. Cata meu braço:

coça coça coça coça

Agora imagina que tava meu CORPO TODO desse jeito. Tudo coçava. Aí corri no hospital, tomei umas injeções muito loucas, me enchi de sono e agora tô aqui, linda, sem coceira e meio dormindo em pé. Os próximos passos são ir ao alergista descobrir a causa dessa porqueira e evitar pra sempre o que quer que tenha causado. Porque olha, coçar o corpo todo e depois tomar uma injeção que deixa sua bunda doendo por 3 dias não é fácil pra ninguem.

Entretanto, não sou mulher de me intimidar. Então, depois de dormir por quase 20 horas entre ontem e hoje, me sinto bem melhor – e hoje vou extravasar toda a minha melhoria em forma de canto. Isso mesmo, superando a doença e a coceira, irei mostrar meus inexistentes dotes vocais sob as luzes da ribalta. Meu repertório favorito consiste em alternar músicas bregas e músicas gays, misturadas a músicas gay&bregas ao mesmo tempo. Compartilho:

Amo essas músicas de 60 e poucos, acho chique e gostoso de ouvir e cantar. Fever é uma delícia, sexy, contida, e Peggy Lee é linda e elegante. Precisa mais?

Na mesma pegada, These Boots Are made for Walking é um primor na voz de Nancy Sinatra e eu faço questão de estragar sempre, porque obviamente não tenho o charme e a graciosidade dessa moçoila.

Iniciando a breguice, ROXETTE. A dupla finlandesa perpetrou diversos sucessos ao longo dos anos 90, sendo meu favorito Listen to Your Heart. Seguido de perto por It Must Have Been Love, mas LTYH é tipo um hino incrível dos meus bailinhos de adolescência.

Mais uma de amor: Bryan Adams é tão brega que é quase o Michael Bolton. Mas fazer o que? eu ouço e quero levantar os bracinhos e chacoalhar de um lado a outro com os olhinhos fechados.

E por fim, um travestismo que eu amo: Bad Romance é a música que merece a maior performance. Geralmente canto aos berros, danço e rebolo até o chão com a Milena e termino suada, cansada e feliz, porque karaoke é pra isso: se divertir, sem compromisso, sem cantar bem, sem achar que é a nova Elis Regina. Karaoke é pra rir, suar, cantar e espantar todos os males.

Essas são as minhas favoritas pra passar vergonha. Quem quiser, me conte aí nos comentários qual a sua favorita. E quem quiser vir ao karaoke hoje, está automaticamente convidado.

2 Responses to “Coçando e rodando”

  1. Fez um exame de sangue para rubéola? Tive algo mto parecido uma vez. Ngm acreditava q fosse, td mundo, inclusive 2 medicas, falaram q era alergia. Mas de tanto minha mae insistir, fiz o exame de sangue. E batata, rubéola. Não tive nenhum outro sintoma a nao ser a coceira, vermelhidão e inchaço. Fica de olho e melhoras! Bjs

  2. Marcia says:

    Vixe! Melhoras!
    Saudades de ir num karaokê… Minhas preferidas incluem Roxette (claro!), Shakira, Lady Gaga, Evanescence… Quer coisa melhor que cantar música brega e todo mundo acompanhar, com os bracinhos pra cima? Mas a performance que vai ficar pra sempre na minha memória é a do Júlio e Própolis cantando Woman in Chains =P

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