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24
Jul

Meia-Noite no cinema

por Gabi

Há algumas semanas fui com o marido ver o novo do Woody Allen, Meia Noite em Paris. Fui sem saber do que se tratava, sabendo só que era mais um filme do velho safado e eu não ia deixar de ver – apesar (ou por causa) das suas neuroses, Allen é um diretor que me faz rir alto em quase todo filme.

Oi gata tá curtindo minha gravatinha? rs

Anos atrás, fui ver Todos Dizem Eu Te Amo no cinema e só eu e o amigo que me acompanhava rimos durante o filme. O mesmo aconteceu com Misterioso Assassinato em Manhattan, só eu via graça nas piadas do velhote baixinho e esquisito. E até hoje tenho certeza que as únicas pessoas que gostaram de O Sonho de Cassandra fomos eu e Julio (e Junior, mas sem entender as referencias à Crime e Castigo). Mas entendo quem se cansa ou não gosta do estilo: ver um filme do Woody Allen na maior parte das vezes é ver mais ou menos o mesmo filme e os mesmos personagens. Quem não gosta, se exaure logo e desiste.

Carlinha, sei que vc é a primeira-dama da França, mas cata só essa melancia que linda

Alguns filmes – não por coincidência os meus favoritos – fogem um pouco dessa regra: A Rosa Púrpura do Cairo, Tiros na Broadway, Match Point, e agora, Meia Noite em Paris. Não me entendam mal: o protagonista neurótico e narigudo está lá, assim como a mulher linda e fútil, a mulher linda e incrível, o amigo estranho, a família de direita, os diálogos obsessivos… Tem tudo isso. Mas de um jeito diferente.

Sou o detetive careca de Law & Order: LA, acredita?

O filme é uma declaração de amor à Paris, não à cidade em si apenas, mas ao que ela representa: um lugar para se viver e escrever, com suas ruas de paralelepípedos e escadarias e feiras livres e floriculturas e bares. O protagonista vai à Paris procurando por um ideal enquanto sua noiva procura por mobília para a casa de Malibu. E ele encontra esse ideal, e depois percebe que não é bem isso… Estou sendo críptica, eu sei, mas é porque eu não quero estragar o filme. Uma das coisas mais divertidas foi ir sem saber do que se tratava e chegar lá e descobrir que o filme era sobre… bem, era sobre Paris à meia-noite.

Vão ao cinema. Fiquem atentos à trilha sonora, jazz de excelente qualidade, e aos atores incríveis em papéis menorzinhos que roubam a cena, como a pontinha de Carla Bruni, o bigodinho de Adrien Brody e o olhar intenso de Corey Stoll, a grande surpresa do filme pra mim. Se apaixonem, se surpreendam e saiam da sala acreditando que existe amor.

Adrien Brody é amor <3

15
Jul

Vídeo fofo do dia: Lipdub com velhinhos

por Gabi

Vocês sabem que quando sumo, é sinal de excesso de trabalho. Fico na correria e acabo deixando o blog meio de lado. E pior que tenho mil idéias e rascunhos de posts e não consigo botar nada pra frente. ¬¬

Pra adiantar e deixar o clima da semana mais leve, dêem uma olhadinha nisso: um lipdub com idosos num asilo em Michigan, nos Estados Unidos. Olha que graça a turma toda se divertindo, dançando e interpretando ao som de Michael Bublé.

De novo, os mais idosos mostrando que ser velhinho não significa estar nas últimas. Eles têm gás, energia, sabedoria e muitas coisas pra ensinar pra gente (a começar pelo bom humor e disposição).

A dica veio do Allan, esse lindo que sempre me manda coisas muito legais.

28
May

Como tirar uma música da cabeça

por Gabi

Sabe quando aquela música GRUDA na sua cabeça? Entrei no Treta agora há pouco e fiquei com essa maravilha aqui pregada no cérebro a ferro:

 

Aí lembrei que tinham me falado de um site chamado UNHEAR IT. Ou seja, um site onde você pode ouvir outras músicas completamente chiclete até tirar aquela primeira música da mente. Tem de Ace of Base até Justin Bieber e Lady Gaga, só tranqueira pop grudenta pra tentar te livrar da maldição da música que adere.

O único risco é que uma das outras grude, óbvio. No meu caso, foi o que aconteceu: rolou uma versão de Weezer cantando a música da Toni Braxton, e aí fiquei aqui me perguntando como foi que eu vivi até hoje sem ouvir essa versão incrível e cantando junto que nem uma boboca e achando fofo o Rivers Cuomo desafinando:

 

Foi um pouco ridículo, mas pelo menos tirei a música do I LIKE TO MOVE IT MOVE IT da cabeça. ;)

21
Apr

Pausa para a fofura – parte 1

por Gabi

Tive umas semaninhas daquelas. Parecia que estava tudo acontecendo junto, trabalho principalmente.

Por isso, vou fazer uma pausa – vou ficar esses dias meio escondida, no meio do mato, com marido e amigos, fazendo coisas que gosto: abraçando árvores, fotografando flores, contando os bois que enxergar quando passar na estrada. Essas pausas bucólicas me fazem bem e ajudam a ganhar folêgo pra continuar mais pra frente.

Pra ajudar a entrar nesse clima de sossego, que tal músicas com clipes mega-master-fofos? Vamos inaugurar sessão nova do blog? Va-moooos! \o/

Eis alguns dos meus clipes favoritos, aquelas que eu assisto fazendo “óun”, sabem?

Black Keys – Tighten Up
Música animada e crianças lindinhas, com uma história de amor – que acaba em uma briga sangrenta estranhamente fofa. Não acredita? Veja:

Fatboy Slim – The Joker
Uma versão de um clássico dos anos 70, com uma releitura mais moderninha e estrelado por… GATINHOS! Morram de fofura:

Blind Melon – No Rain
Gordinhas vestidas de abelhas ruleiam e no fim se dão bem! Cadê minha roupa de abelhinha?

Bright Eyes – First Day of My Life
Música gostosa, letra linda e gente que se ama de alguma maneira ouvindo o som em headphones.

Pedi ajuda da moçada no twitter e o post da semana que vem está garantido com as indicações fofuxas deles. E o seu clipe fofo favorito, qual é? Me conte nos comentários e eu vou postando por aqui.

15
Apr

Campos do Jordão for dummies

por Gabi

Ir a Campos do Jordão é uma instituição paulistana. Assim como no verão ansiamos por descer a serra e nos refestelar na areia da praia, basta esfriar um pouquinho pra querermos vestir o casaco com gola de pele e subir a serra pra encontrar Campos do Jordão, essa linda. E assim como a praia no verão fica cheia de gente chata, trânsito e falta de água, Campos no inverno vira um ponto de encontro de gente metida a rica, que desfila pelas ruas como se na Suíça estivesse.

Por isso que fui em Março.

Aproveitando o último fim de semana de folga do marido antes dele começar no emprego novo, nos metemos no Celtinha e lá fomos nós serra acima. A cidade estava bem vazia, tranquila e gostosa. Não pegamos trânsito, filas ou aglomerações. Mas pegamos uma certa neblina e um tiquinho de chuva. A minha época favorita pra ir pra Campos é entre Abril e Maio, quando já acabou a chuva, o friozinho começou mas os manés ainda não perceberam, e por isso ainda não subiram a serra com suas camisas listradas e suas botas de salto. Exceto este cachorro, mas ele era bem fofo:

Clica pra ver maior e observar a bota da moça logo atrás

 

Enfim, aproveitamos bastante a viagem. Nos hospedamos na Campos de Provence, que fica perto do centro de Capivari e tem preços geniais, especialmente se considerarmos que cada vez que eu entrava lá, era recebida por morango com chocolate, mini bombas de chocolate, copinhos de chocolate pra licor, chocolate em barra e o recepcionista era feito de chocolate e você podia comer o dedo dele enquanto ele fazia seu checkin. Os quartos são grandes, o café da manhã é farto e os funcionários são uns fofos.

Demos um pulinho no Pico do Itapeva pra ver a vista, mas o que vimos foi isso aqui:

PaulistasAFF

O lugar mais bonito que visitamos, pra mim, foi o Amantikir, um parque particular que tem dezenas de jardins lindos, cheios de flores, cores e plantas.

Flores! Cabras! Lagos! Eu de guarda-chuva da Vedacit!

Quando chegamos ao parque, estava sol ainda, mas no meio do passeio baixou uma neblina que deixou tudo mais lindo, com cara de sonho. No caminho tinha trem de ferro e cabritinhos passeavam pela encosta da montanha (mesmo). Um lugar lindo que custa baratinho pra entrar. Leve sua câmera e seja feliz.

No mesmo dia, só que à noite, fomo ao lugar preferido do Eric nessa viagem, quiçá do mundo todo: Libertango, um restaurante argentino que serve carnes incrivelmente macias, saborosas e cheirosas.

Foto emprestada pq eu tava ocupada comendo e rindo de pura felicidade ao invés de tirar fotos

(vejam o post de pessoas que não conheço, mas devem ser legais porque pelo visto também se apaixonaram pelo local)

O restaurante existia no Guarujá e uns anos atrás foi pra Campos. Os donos são uma família: o pai grelha as carnes, o filho atende no salão e a mãe fica na cozinha preparando todo o resto. São uns fofos, o atendimento foi incrível. Uma panqueca de doce de leite foi a minha sobremesa e olha, tava de comer rezando. O lugar não é dois mais baratos: uma refeição pra 2 pessoas sem bebida alcoólica sai por uns 120 reais, mas o sabor, o atendimento e o ambiente fazem valer cada centavo. Se eu pudesse, almoçava e jantava lá pra toda a vida.

Ainda aproveitamos pra fazer compras – não no centrinho de Capivari, onde tudo tem preços de São Paulo, mas numa vilinha perto da entrada do Teleférico, com montes de estandes vendendo as mesmas peças por preços 50% menores. Eu comi pinhão, dormi super bem, voltei da viagem relaxada e feliz – e sem pegar a cidade cheia. As fotos estão aqui no flickr do marido.

Por fim, uma imagem que simboliza bem o que foi o fim de semana: uma delícia.

Hihihihihihihihihihi

 

03
Mar

Músicas da semana

por Gabi

Essa semana ando rocker e animada. Aliás, música pra mim é essencial pra dar o tom dos dias. Trabalho de fones e fico dançandinho na cadeira enquanto encaro a correria do dia-a-dia.

A primeira é uma que ando ouvindo sem parar desde que descobri (depois de ver o episódio de Glee, confesso). Pra ser melhor ainda, a vocalista é lindíssima e tem o cabelo que eu eu pedi a Deus. A música é animada, o clipe é esquisito e a letra é enigmática. Pra mim, a expressão “Dog Days Are Over” significa que os dias de cão acabaram, e que o mais difícil ficou pra trás. Pode ser, né?

A segunda é o single novo do Strokes. Eu sempre resmungo que Strokes é chato e que as músicas são todas iguais e bla bla bla, mas não resisto: ouço, decoro a letra e daqui a pouco tou berrando a música no carro. Under Cover of Darkness é uma música que me lembrou demais as do Is This It, o meu disco favorito deles.

A terceira é a mais porradeira de todas: clipe novo do Dropkick Murphys, banda de punk rock irlandês que amo de paixão. A música é sobre um funeral irlandês, cheio de bebida, gritos e dança – e no final as cinzas do falecido têm um fim inusitado. As crianças fazendo careta são um bônus no clipe divertidíssimo. A letra é ótima. No refrão, berra-se a plenos pulmões “Burn me to a rotten crisp and toast me for a while - I could really give a shit – I’m going out in style“.  Ou seja, numa tradução bem livre  (e sem palavrão), “Me queime até virar uma carcaça crocante, me torre um bocado, eu não tô nem aí, tô indo embora com estilo”. Assim que quero ir embora um dia, com estilo.

A quarta é uma música velha pra caramba, mas cheia de estilo e com uma letra absolutamente incrível. A banda se chama The Zombies e é dos anos 60. Dá vontade de pegar essas bandinhas indie meia boca e mandar assistir até aprender.

A quinta e última da semana é mais velha ainda. Nem sei de que ano é a música, o vídeo é tosco, mas abstraiam e ouçam a voz. É incrível. Se no Brasil tivesse igreja gospel com esse estilo, eu ia todo dia na missa.

24
Nov

Quero te dar meu coração

por Gabi

Um dia eu vou morrer. Você também vai. Ninguém gosta de pensar nisso, mas eis o fato mais real da vida: a cada dia, inexoravelmente, sua morte se aproxima. Não dá pra fugir, nem pra se esconder. E é por isso que eu acho importante falar assim, abertamente: vamos todos morrer. O Monty Python também acha:

Longe de ser um pensamento trágico, prefiro pensar nisso de maneira prática e realista. Morrer é apenas deixar o corpo físico da gente pra trás e ir pra outro lugar. Se você não acreditar em outras vidas ou em céu/inferno, mais fácil ainda: o corpo deixa de ser usado e por isso, perde a função, certo?

Então simples: A melhor coisa que se pode fazer é doar esse corpo. Muitos órgãos podem ser doados: coração, pulmões, pâncreas, vasos sangüíneos, fígado, rins, tendões, intestino, pele, coração, válvulas cardíacas, córneas, medula óssea… Tudo pedacinho de um corpo que você não vai usar mais. Das duas uma: ou sua alma foi pra algum lugar (se você acredita nisso) ou simplesmente acabou tudo. De qualquer jeito, doar seus órgãos não fará diferença alguma pra você.

Dado MUITO importante: Um único doador tem a possibilidade de salvar ou melhorar a qualidade de vida de mais de 20 pessoas. Imagine isso: você deixa de existir, e pode ajudar 20 pessoas a sobreviver. E pra doar órgãos, é muito simples: basta comunicar esse desejo ainda em vida. É só falar.

Acesse o site da campanha de doação de órgãos e se informe direitinho – tem até doações que podem ser feitas em vida, como sangue, medula, fígado… Eles me mandaram um coração de pelúcia super fofo pra divulgar, e eu adorei. Agora, cada um faz sua parte. Avise sua família e seus amigos que você deseja doar seus órgãos. Assim, quando chegar o momento, eles poderão fazer esta escolha, sabendo que esta é sua vontade.

De quebra, você ainda pode participar de um concurso cultural e ganhar uma bela grana em premios. Vejam aqui, ó!

Eu quero te dar meu coração. E você?

23
Sep

O dinheiro nunca dorme mas compra celulares melhores

por Gabi

Nos idos de 1987, Michael Douglas era um homem bonitão  e tinha um celular.

douglas

Sim, isso na foto é um celular. Eu juro.

O filme se chamava Wall Street – Poder e Cobiça e foi um sucesso de público e crítica. Dirigido por Oliver Stone, o filme tinha no elenco também Charlie Sheen e Daryl Hanna, foi um filme-símbolo dos anos 80 e era bem inovador porque mostrava anti-heróis, personagens sacaninhas mas dos quais gostávamos.

20 e tantos anos depois, o personagem Gordon Gekko está de volta, tão inescrupuloso e divertido quanto sempre foi. O nome do filme é Wall Street – O dinheiro nunca dorme. Na continuação, Gecko está saindo da cadeia e novamente um jovem se aproxima dele. Dessa vez, é o novo queridinho de Hollywood Shia LaBeouf que interpreta esse jovem investidor, que por uma dessas alegrias do destino (ou não é coincidência?) é o noivo da filha de Gordon…

O filme parece bem bacana – Climão nervoso de jogadas na bolsa, personagens passando a perna uns nos outros, bons atores… e eu amei o cabelo da mocinha do filme, que vontade de cortar e tingir!!

Wall Street estréia amanhã e eu vou ver. :)

11
Sep

Arriscar e amar até o fim*

por Gabi

Hoje acordei romântica. Quer dizer, na verdade eu acordei tão cedo pra trabalhar que eu nem sei como posso estar romântica e bem humorada, mas estou. Aí twittei que o amor é lindo, é uma coisa bonita, faz bem. E me assustei com o número de replies dizendo que não, que não é. Que o amor é triste e cruel e que se apaixonar dói.

E eu posso ser uma Pollyana por isso, mas eu acredito no amor. Eu acredito de verdade em amar as pessoas. Amo meus amigos, minha família, meu marido. E acho muito, muito triste alguém que acha que o amor é ruim. Ou que amar é triste.

Não tô falando daquela paixão maluca pelo cara mais lindo da sua escola. Nem da vez que você conheceu uma gata na balada e a sacana quebrou seu coração ao pegar seu melhor amigo. Tô falando de amar mesmo. De gente com quem você quer dividir o resto da vida. Acordar junto, dormir junto, almoçar e jantar junto.

Amar é mais do que olhar pro outro e achá-lo a pessoa mais linda do universo. Amar é lembrar que a pessoa gosta de chocolate Kinder Bueno e levar um de presente. Ou mandar um email com o link pra baixar o novo álbum daquela banda que o outro gosta tanto. É aceitar as esquisitices, as idiossincracias e incongruências do outro. Não ligar pro ronco, entender as variações de humor, gostar do cheiro do outro. Ter assunto o tempo todo ou ficar em silêncio confortável. É aceitar dividir a vida com outra pessoa e permitir que a outra pessoa divida a dela com você.

E se apaixonar dói? Ah, dói. Eu lembro bem quando descobri que um menino gostava de outra menina, e não de mim. Eu chorei muito no banheiro da escola por isso e achei que ia morrer de tristeza. Teve um outro que me deu o fora por carta e eu fiquei puta da vida. Tive namoros longos que acabaram muito tristemente. E em cada uma das vezes que eu me apaixonei e levei um fora eu chorei, chorei até secarem as lágrimas e eu conseguir olhar pra frente de novo. E nem era olhar pra outra pessoa, era olhar pra vida mesmo! Querer sair de casa, cheirar uma florzinha, comer um prato favorito, rir com as amigas. Então passa.

Por isso, amem. Amem sempre e não tenham medo de amar. Se apaixonem, se desapaixonem, beijem, fiquem, namorem, casem, se enrolem. Amem, que o amor faz bem.

* o título é roubado da linda música da Marina, O Chamado. É triste e bem bonita.

13
Aug

Uma refeição pra cada view!

por Gabi

A campanha Adotar é Tudo de Bom da Pedigree é muito bacana. Eles realmente apóiam ONGs de doação de animais. Eles realmente estão fazendo alguma coisa pelos bichos abandonados.

Em 2009, a cada produto Pedigree vendido eles estão fazendo uma doação, podendo chegar a um milhão de reais doados pra ajudar os animais.

No vídeo abaixo, eles dão detalhes da campanha – e no fim, você fica sabendo que a cada view do vídeo, uma refeição será doada pra um animal abandonado. Portanto, assistam tudo, até o fim. ;)