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19
Aug

Doe sangue e salve uma vida

por Gabi

Há uma semana, mais ou menos, a Carol foi atropelada por um ônibus. Assim mesmo, um instante de distração e a menina de um metro-e-meio de altura foi parar debaixo de um busão.

Ela já está bem – oba! – mas passou por 2 cirurgias, sendo que a primeira, de emergência, consumiu várias bolsas de sangue no Hospital do Servidor, aqui em São Paulo.

Já melhor, Tchulim resolveu abraçar a campanha de Doação de Sangue, pra que todo mundo que precise de sangue possa ser atendido. Olha o vídeo dela pedindo ajuda, que fofo:

Vale doar em São Paulo, no Rio, no Amazonas, na Paraíba… qualquer lugar onde você more. O objetivo não é ajudar a Carol – ela já consumiu o sangue e não precisa mais – mas qualquer pessoa que seja atropelada por um ônibus, sofra um acidente de carro, uma hemorragia inesperada 0u qualquer outro problema que precise de transfusão de sangue.

Doar sangue é super simples: é só ir até um hemocentro na sua cidade, preencher um cadastro e fazer sua doação. Qualquer um entre 18 e 67 anos pode doar, com alguns impedimentos (como gripe, gravidez, pesar menos de 50 quilos e outros) que você pode consultar aqui.

É importante DEMAIS a gente doar sangue. No começo do ano, eu tive um problema de saúde e perdi sangue pacas. Não cheguei a precisar de transfusão, mas foi quase. E se tivesse precisado, um doador anônimo teria salvado minha vida. Cada doação ajuda demais, salva vidas e não te prejudica em absolutamente nada.

E você ainda pode ser um fofo e mandar sua foto pro tumblr do #vaidoa, o movimento que a Carol está encabeçando mas que vai ajudar todo mundo!

E aí, #vaidoa? :)

 

28
Jul

As vadias do #lingerieday

por Gabi

O assunto do dia é o #lingerieday. Pra quem está fora do twitter ou acabou de chegar no planeta, segue a explicação: Nesse dia, as meninas são convidadas a posar mostrando sua lingerie: vale desde uma foto mostrando a alcinha do sutiã até fotos usando só lingerie. Algumas meninas tiram foto de câmera de celular em frente ao espelho, outras fazem grandes produções. Há fotos bonitas, sensuais, bem humoradas como as que ilustram esse post (roubei todas do site do evento). Há também fotos de péssimo gosto, feias, apelativas, mal tiradas. Há de tudo um pouco.

Eu não gosto do #lingerieday. Desde a primeira edição, sempre achei uma coisa tão imbecil quanto qualquer revista de “mulher pelada”: uma exposição excessiva do corpo feminino, sem objetivo que não seja servir de material para fantasias de marmanjos. Gosto menos ainda da Playboy/Vip/Sexy e similares, com suas mulheres super depiladas e super photoshopadas – as meninas do #lingerieday costumam ser mais naturais, mais normais. Algumas são muito bonitas mesmo, ao vivo, e realmente têm esse corpinho que a gente vê nas fotos.

(Também gosto muito pouco das revistas e propagandas voltadas ao público feminino com suas modelos construídas de pixels cheios de liquify, mas não vou me alongar nesse ponto.)

Mas sabem o que mais me incomoda nesse dia? A maneira como algumas pessoas insistem em tachar todas as meninas que mandam suas fotos nesse dia. São todas putas. Vagabundas. Biscate. Vacas. Todas querem chamar atenção, mostrar a bunda. Merecem a alcunha de puta. PUTA, PIRANHA, VADIA. Porque posaram de calcinha, sutiã, cinta-liga, fio-dental. E se mostraram o corpo na net, podem ser xingadas – é isso que merecem.

Me digam, mulher que posa de lingerie é piranha? E se for modelo, tipo a Gisele Bunchen? A Gisele é piranha? E a Grazi Massafera, é puta? Porque a Gisele pode posar de lingerie e de biquini e ser considerada uma modelo, enquanto as meninas do #lingerieday são putas? Onde está escrito que mulher que mostra o corpo é vagabunda?


Eu (e muitas blogueiras) falamos da Marcha das Vadias, um movimento que prega liberdade no vestir: a liberdade da mulher de usar a roupa que quiser e não ser chamada de puta, de não estar sujeita à violência do estupro por usar roupa curta, justa e decotada. Se queremos a liberdade de usar a roupa que desejarmos, é incoerente dizer que tirar a roupa é errado. Então eu afirmo: posso não gostar do #lingerieday, mas defendo até o fim o direito de quem quer participar dele de fazê-lo sem ser tachada de piranha.

Quer mostrar a bunda? Ela é sua. Mostre pra quem você quiser, seja pro namorado ou pros babões da internet.

E lembre-se: o corpo é seu. Você tem o direito de mostrá-lo ou não. Ser contra o #lingerieday não é ser recalcada, gorda ou pudica (viu, @morroida?), é uma opção. Assim como participar do #lingerieday não faz da menina uma puta.

E você? Já chamou alguma menina de puta no twitter hoje?

01
Apr

Lacre de refri vira cadeira de rodas DE VERDADE

por Gabi

Quando eu era criança diziam que se você conseguissE juntar 1000 anéis de latinhas de refri ou cerveja, poderia trocar por uma cadeira de rodas. Claro que era mentira, lenda urbana: ninguém nunca soube de posto de troca ou de nenhuma confirmação por parte das instituições.

Mas hoje, Primeiro de Abril, no Dia da Mentira, isso tá virando verdade. :)

A Espalhe criou um filme fofíssimo para o Guaraná Antartica. E a cada 1000  cliques em “gostei” no YouTube, uma cadeira de rodas vai ser doada para uma instituição beneficiente.

Então veja o filme aqui e depois vá no YouTube e clique em “gostei”. Não custa absolutamente nada pra você e pode ajudar muito.

06
Nov

TELETON 2010 – Tô aqui

por Gabi

Ok, sabado, sete da manhã. Se você está acordado a essas horas ou é um infeliz, como eu, que acorda cedíssimo normalmente, ou tá trabalhando, ou tá voltando da balada. Então já que vc tá aí de bobeira, que tal aproveitar pra ajudar alguém?

O Teleton é um evento que rola anualmente pra levantar uma grana pra ajudar as crianças e adolescentes da AACD. O objetivo desse ano é levantar VINTE MILHÕES pra poder atender mais pessoas. Saca só o release:

“A AACD é uma instituição que está comemorando 60 anos e já levou oportunidade e qualidade de vida à mais de 15 milhões de pacientes. Veja abaixo dados que exemplificam o importante trabalho realizado nas 9 unidades em funcionamento (números de 2009):

1.347.777 atendimentos (incluindo cirurgias, consultas, aulas, terapias)
56.250 aparelhos ortopédicos
6.239 cirurgias
5.760 atendimentos por dia

Mesmo assim, o número de pacientes na fila de espera aumenta a cada ano. Por isso, entre as ações que possibilitam a continuidade deste trabalho, está o TELETON! Iniciado em 1998 aqui no SBT, o programa conta com pessoas como você, alguém que acredita nesta causa e está com o coração aberto para ajudar a quem precisa.

Durante a nossa programação do Teleton, precisamos de você! O sucesso do Teleton está presente na alma de quem está disposto a colaborar. Pense, reflita, se coloque no lugar dessas pessoas e venha fazer parte dessa história!

Meta deste ano: a construção de uma nova unidade no Brasil (o local só será revelado no final do programa, por Silvio Santos e Hebe Camargo) com o valor de 20 milhões de reais.”

Eu acordei cedíssimo e doei umas horinhas do meu tempo – e logo mais vou doar uma graninha também, assim que puder sair da bancada e fazer uma ligação. E você?

Para doar $5 reais, ligue para 0500 12345 05
Para doar $10 reais, ligue para 0500 12345 10
Para doar $30 reais ou mais, ligue para 0800 775 2010
Acesse www.teleton.org e doe qualquer valor
Quem doar $60 reais ganha um mascote do Teleton (Tonzinho OU Nina).
Se doar $100 reais, leva os dois!

05
Oct

Consulado da Mulher

por Gabi

Semana passada teve Luluzinha Camp. Eu adoro o Luluzinha Camp. É um encontro de tantas mulheres, um falatório, muitas amigas, risadas, papos sérios, gente querida. E os encontros nacionais são os mais bacanas, porque vem mulher do Brasil inteiro e é muito gostoso falar com meninas que vêm de longe…

Por isso, quando a Consul me convidou pra participar do debate com as mulheres da OSCIP Consulado da Mulher, eu topei na hora. Conhecer mulheres de todo o Brasil, ainda mais mulheres transformadoras, foi uma oportunidade e tanto.

5011795703_e0ebdafe74Foto roubada do álbum da Sam

O trabalho do Consulado da Mulher é criar oportunidades para mulheres de baixa renda, que ganham conhecimentos para fazer com que o trabalho que elas já sabem fazer – bordado, artesanato, alimentos – gere recursos financeiros.  E mulher, quando ganha dinheiro, usa pra família. Melhoria financeira da mulher reverte em qualidade de vida pra seus filhos, educação, saúde… Então as famílias ganham de todas as formas!

Além disso, essas mulheres muitas vezes tomam as rédeas de suas vidas, deixando de depender do marido ou dos pais: elas passam a ser as senhoras de suas histórias. No nosso bate-papo com as mulheres do Consulado, ouvimos histórias de mulheres que ao se separarem, por exemplo, ficaram completamente perdidas, financeira e emocionalmente falando. O trabalho com o Consulado deu a elas um caminho para conseguir tocar a vida – e são unânimes em afirmar que hoje são muito mais felizes com o conhecimento que lá adquiriram. Outras, que são casadas, se tornaram parte importante da vida financeira do casal, melhorando ainda mais a qualidade de vida da família.

E a parte mais bacana: Depois de aprender, as mulheres voltam ao Consulado para ensinar, voluntariamente. Isso é a melhor coisa: imaginem professoras que entendem exatamente o que você pensa, porque são mulheres como você, em situações muito parecidas. Adoro pensar nessa imagem de mulheres que se unem e compartilham seus conhecimentos. Acho isso uma celebração do feminino, como as mulheres vêm fazendo há milhares de anos.

Esse tipo de iniciativa social é super importante. A empresa investe em uma causa social, e em troca ganha a simpatia de quem conhece o trabalho. E um trabalho sério como o Consulado merece todos os votos de sucesso.

De quebra, ainda conheci a Laciete (que prefere ser chamada de Leila), que veio láááá de Manaus pra me contar como se faz artesanato com jornais! Eu vou mandar esmaltes pra ela, porque ela tava com uma unha liiiiiinda, enorme e vermelhona, e comentou que lá em Manaus não tem esmalte verde, azul… guenta aí, Leila!! :)

Vejam o vídeo do nosso encontro!

01
Sep

Fez meu dia!

por Gabi

Um dos sites mais fofos desse mundão da internets é o It Made My Day. Ele é meio que o contrário do Fuck My Life: enquanto o FML fala de coisas que dão errado e pessoas que se dão mal, o IMMD só fala de coisas boas. São pequenas histórias do cotidiano, sempre engraçadinhas e algumas positivamente FOFAS. :)

Tem história com criança, bichinhos, e às vezes com coisas nada fofas, tipo idade, trânsito, escola, neve… O site é todinho em inglês, e até agora ninguém se animou a fazer uma versão brasileira (ao contrário do FML que virou VDM por aqui). Mas vejam algumas pérolas de lá:

Estava indo trabalhar quando uma viatura de polícia ligou a sirene e parou todo o trânsito, do nada. Já ia me irritando quando vi o policial saindo do carro e resgatando uma tartaruga do meio da estrada. IMMD

Sou um cara forte, mas hoje estava com dificuldades pra carregar sacolas e subir as escadas. Uma moça magrinha parou e me ajudou – cavalheirismo às avessas! IMMD

Parei pra comprar uma cerveja hoje e o cara pediu meu RG! Eu faço 50 anos em breve! IMMD

E meu favorito do dia, que infelizmente é intraduzível, mas tentarei mesmo assim:

Minha esposa ficou grávida e fui contar para minha irmãzinha de 5 anos que ela iria ser titia (aunt, em inglês). Minha irmã começou a chorar, e disse que não queria ser uma formiga (ant, em inglês), e que preferia ser uma joaninha! IMMD

E é isso que temos pra hoje. :)

09
Aug

Trollagem do Bem – Vale repetir.

por Gabi

Hoje montes de blogs postaram falando sobre uma tal “trollagem do bem”. É uma espécie de blogagem coletiva, criada por um grupo muito conhecido por serem trolls – pra quem não sabe, a grosso modo o troll é meio que o cara que fala mal de tudo, que critica todo mundo, que cai de pau em cima das modas e assim por diante.

Esse grupo de amigos se uniu por um objetivo comum: ajudar o Lucas Celebridade a comprar uma casa. Quer dizer, na verdade, a idéia era dar projeção pro Lucas, de maneira que ele conseguisse obter o que ele sempre sonhou: a fama, o estrelato. Não sei se vai funcionar essa parte ou não; não consigo imaginar o rapaz apresentando um programa ou estrelando uma novela, mas uma coisa é inquestionável: o movimento causou barulho no Twitter e levou o nome do Lucas aos Trending Topics.

Além disso,  uma vaquinha criada pelo @bqeg já arrecadou uma bela graninha pra ajudar nessa reforma. Até o momento que publico esse post, quase $2.800 já foram arrecadados e ela não pára de crescer.

Eu fui uma das que falaram mal dessa história: Com tanta gente que não tem onde morar ou o que comer, acho bem bobo mobilizar todo esse poder da rede social pra tentar deixar uma pessoa famosa. Fui acusada de chata, fui desafiada a mostrar o que eu fazia pelos outros, além de ser chamada de boba, feia e cara de mamão.  O @gravz lembrou também que eu já fiz uma vakinha, na época que eu estava de mudança, vejam vocês.

Então aproveito este meu pequeno espaço pra lançar um desafio aos trolls do bem: Que tal usar essa força toda de vocês pro bem, mesmo? Que tal ajudar mais pessoas e não apenas o Lucas Celebridade? Que tal transformar isso numa coisa do dia a dia, e não num evento pontual?

E se a cada mês o Twitter se unisse em torno de uma boa causa? Uma blogagem coletiva, um monte de gente pedindo e ajudando instituições sérias que precisam de grana pra manter seus serviços?

Algumas sugestões:

Família Santa Clara, ONG que mantém dezenas de crianças, que ali são educadas com carinho e dignidade. E que passou por muita dificuldade recentemente, precisando urgentemente levantar dinheiro.

Cruz Vermelha, que ajuda as vítimas de desastres, inundações, guerras…

Santa Casa, que trata milhares de pessoas com doenças sérias, é referência em ortopedia e funciona somente com doações.

Fiquem à vontade, podem escolher a insituição, entre essas ou entre quaisquer outras que ajudem. Pode ser educação, saúde, o que for. Estou aguardando saber qual vai ser a #trollagemdobem do mês que vem, pra que vocês consigam continuar ajudando muito as demais pessoas que precisam dessa força.

—————————————-

UPDATE:  comentários com xingamentos não são aprovados, tá bem?

10
Jun

Campanha do Agasalho 2010 – Doe e ajude!

por Gabi

Tá frio, e eu adoro frio. Adoro usar cachecol, adoro usar botas… mas tem um lado bem ruim: no frio, quem não tem o que vestir sofre mais. Quando fazem 7 graus nas ruas de São Paulo, as pessoas chegam a morrer de frio por não ter com que se abrigar.

agasalhe

Por isso, existe a Campanha do Agasalho. As peças de roupas são recolhidas e direcionadas a entidades cadastradas, que por sua vez as repassam a quem precisa de verdade. E pra ajudar, dá pra fazer duas coisas:

Primeiro, separe as suas roupas velhas, em bom estado, e leve a um posto de doação. No site da campanha tem uma lista de locais, que você pode acessar clicando aqui. Tem postos pelo estado inteiro, facil achar um perto de você.

Mas além disso, a gente que está nas redes sociais pode ajudar a divulgar MUITO. Siga o perfil no Twitter: @Agasalhe, use o Twibbon da campanha e faça parte da causa no Facebook. Quanto mais gente, mais quente, como diz o slogan da campanha! :)

E mais: coloque um banner da Campanha do Agasalho no seu site. No meu já tem, viram ali do ladinho? Pra pegar o código do banner, acesse a página com os códigos de banner no site, clicando aqui!

Um ponto super, mega importante: Essa divulgação é totalmente voluntária. As agências envolvidas nesta campanha online não estão recebendo pra isso, ou seja, estão doando seu trabalho. Então, nada mais justo que a gente doar um espacinho nos nossos blogs, né?

Quem ajudar, mande o link nos comentários e eu coloco aqui!

EDIT: As lindas meninas do Luluzinha Camp gostaram da sugestão e postaram:

Simone

Xu Sauro

Monise

Tati (que colocou banner)

E os fofos do Diário de Solteiro idem: o post ficou ótimo!

21
Dec

Inverse My Fridge: Geladeira ao contrário!

por Gabi

Fim de ano, a gente sempre ganha presente. E pra acabar meu ano bem, a Brastemp me escolheu junto com Anita CavagnoliChris CamposCláudia MidoriAlexandre Inagaki, Leonor MacedoMarcelo CostaMarco Gomes & Gabriel PiresRicardo CobraSam Shiraishi pra ganhar uma Inverse, a geladeira que é ao contrário: o freezer fica embaixo, a geladeira em cima. E de quebra, transformariam minha geladeira antiga em uma obra de arte. É, eu também não entendi no começo. Mas é isso mesmo: minha geladeira foi mexida, pintada e virou outra coisa… Mas só depois eu mostro o que o Diogo Blanco, do Estúdio Deveras , fez com a geladeira véia…

Confesso que estranhei um pouco a Inverse no começo: eu tentava abrir a parte de cima pra pegar gelo, sabem? Mas aí é hábito. Já acostumei e agora sei que o gelo fica embaixo. E pôxa, a geladeira tem uma função que avisa quando o gelo está pronto, é bem bacana. Tá, eu sei que pode ser que isso exista faz tempo, mas pra mim é novidade. E tem uma série de outras funções, como um esquema de controle de temperatura, pra ficar sempre constante sem você precisar mexer no botão; outra função “compras”, que você usa ao descarregar suas compras e faz economia de energia…

Uma outra coisa estranha é que ela é muito alta. Nas últimas prateleiras, só na ponta do pé. Mas aí é um problema mais meu do que dela, eu que sou baixinha mesmo! :)

Pra comemorar a chegada da nova geladeira, a Brastemp patrocinou uma feijoada aqui em casa! Infelizmente durante a comilança eu estava mais preocupada em encher a pança do que em fotografar, mas fiquem com algumas imagens pra dar o gostinho…

IMG_0459

Já enchi a danada de ímãs… E a Cuca já estava lá em cima de tudo apreciando a vista.

por dentro

Ela é bem grande por dentro, na parte de cima.  Tava com montes de cerveja pra feijoada!

por dentro freezer

Cabe um peru de Natal na parte de baixo, viram? E mais dois potes de sorvete. Na parte de cima do freezer, tem um módulo de bar, onde você pode programar pra gelar garrafas ou latas de cerveja ou refrigerante, deixando no ponto perfeito de gelo. Ou seja, parece pequeno, mas é bem espaçoso. E o espaço da porta é super bem aproveitado.

jack

Jack Black ataca a Inverse depois de derrubar o lixo da cozinha. Não perguntem. ¬¬

E a obra de arte chegou no fim da semana! Eu vou mexer um pouquinho nela e depois mostro pra vocês aqui. Enquanto isso, fiquem com um pedacinho dela…

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Sim, é uma patinha de gato! =^.^=

10
Dec

Censura em Blogs: Mais um capítulo

por Gabi

O blog  Desencalhamos, sobre casamentos, sofreu censura e foi forçado a tirar do ar um post onde simplesmente expressava a sua opinião.

Eu ia escrever um post bravo, mas minha amiga Cintia Costa escreveu uns negócios tão legais que eu resolvi (com autorização, claro) reproduzir parcialmente aqui:

Um dos blogs mais legais de casamento que eu conheço é o Desencalhamos, da Lari e do Rô. Atualmente, eles estão com uma série muito legal sobre a saga da desgustação de docinhos de casamento. Eles vão a diferentes fornecedores, provam os quitutes, fotografam e fazem a avaliação no blog

Uma delas foi a Di Roma Chocolates.

Lari e Rô fizeram um post dizendo que não gostaram nem dos doces nem do atendimento, sem serem mal-educados nem baixarem o nível.

Em vez de aproveitar o puxão de orelha público para convidar o casal para uma nova degustação e mostrar seu melhor atendimento, a empresa preferiu acionar o advogado, que ligou para os dois e mandou retirar o post do ar para não manchar a imagem da Di Roma Chocolates (leia o post em que eles explicam o que aconteceu). Será que não percebem que, em matéria de manchar a imagem, a crítica da Lari e do Rô não foi nada perto da atitude que eles tomaram?

Como todo mundo aqui, Lari e Rô estão ralando para juntar grana para casar e não podem correr o risco perder um processo, como aconteceu com os blogueiros Cláudia Mello e Emilio. Então, tiraram o post do ar. Mas a história se espalhou pelo Twitter e pelas listas de e-mail e deixou todo mundo revoltado.

Não é a primeira vez que vejo uma noiva ser impedida de expressar sua opinião negativa em relação a um fornecedor.

Quando as empresas entender que as  mídias sociais (blogs, Orkut, Twitter etc.) são sinônimo de diálogo?

O que as pessoas falam entre si não pode ser controlado, mas essas conversas são um indicador do que seus consumidores não gostam e do que pode ser melhorado nos seus produtos e atendimentos.

Censura é, sempre, o pior caminho.

Update: a Lari acaba de contar que a Di Roma Chocolates entrou em contato convidando ela e o Rô para uma nova degustação. Porém, não retiraram o pedido para tirar o post do ar.

Não podemos nos calar frente à censura. Não podemos deixar que empresas nos impeçam de dar nossas opiniões. Qual a diferença de dizer em um blog “não gostei deste produto” ou de dizer isso em mesa de bar, no almoço de família ou no meio da rua? Se não há ofensa nem mentiras na nossa opinião, ela merece ser dita – e a empresa, ao invés de ameaçar de processo, deveria usar essa informação para melhorar seu atendimento.

Se a Di Roma Chocolates quiser um espaço neste blog para que haja direito de resposta, fico à disposição.

Update: Uma pessoa deixou um comentário anônimo com o link pra postagem original. Infelizmente não pude aprovar: não aceito comentários anônimos nessa postagem. A luta contra a censura não pode se esconder atrás do anonimato.