As Bodas do Ano
Eu tô demorando pra postar sobre o feriado porque me faltam palavras. A emoção de ver duas pessoas que eu amo se casando é muito grande.
Sei que muita gente não acredita no casamento como instituição e acha uma tremenda besteira essa história de até que a morte os separe.
Mas só de olhar pra cara da Clau e ver o sorriso dela, ou o brilho nos olhos do Pablo na hora que ela entrou no salão, dá pra acreditar fácil, fácil no amor.
Foi bonito. Muito bonito. E não pensem que foi um casamento formal. Pelo contrário. Crianças correndo, amigos dando risada, padre errando o nome do noivo, muita feijoada depois do “sim”, chopes e um clima delicioso de festa em casa.
Todo mundo que estava lá estava feliz por poder participar e abençoar uma união bonita.
Eu me apaixonei pelo Rio e deixei um pedacinho do meu coração por lá. Juro que agora aprendi o caminho e vou voltar muitas vezes.
Mas vamos à história.
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Na sexta, partimos em direção ao Rio. Eu, Lica e Márcio, num Corsa, sem som. Tinha como não sair besteira? Não.
- …aí quando eu fui pra Portugal eu cacei um javali.
- Minha nossa, Márcio, que coisa máscula…
- Eu usei uma escopeta.
- Antes isso do que os dentes.
Foram 8 horas de viagem, com direito a uma parada em Penedo para tirar fotos com um esquilo gigante e comer o mehor strudel da minha vida, com um creminho batido indecentemente saboroso. Chegamos ao Rio, onde fomos super bem recebidos na casa da Teca – um apartamento lindinho, com uma vista maravilhosa, em Botafogo. Priw logo apareceu com uma coleção de All Stars, inclusive um num tom de aubergine que era tu-do.
Na primeira noite, programinha moças: assitir comédia romântica e expulsar o pobre João da sala com nosso papo-calcinha. Ele aguentou até começarmos a assitir 10 Coisas que eu Odeio em Você. Esse homem é um forte.
Na manhã seguinte, mulheres se arrumando, pega carro, busca carro alugado, chama todo mundo, combina, organiza…. e por fim, casamento.
Os cariocas nos assustaram, dizendo que era muito longe e tal. Nem era tanto, pra quem já trabalhou perto de Interlagos e mora na Pompéia. Só o rio que invadia a estrada foi meio assustador. Lembrei da Marginal alagada, sei lá.
Chegando lá, nos acomodamos num cantinho estratégico ao lado da saída dos garçons, de maneira a sermos servidos de comida e drinques à vontade. Lelê, inclusive, abusou dessa prerrogativa e mandou ver no choppinho.
A noiva chegou na hora, mas o padre se atrasou bagaraleo. Ao invés de usar o tempo extra pra estudar, ele deve ter ficado dormindo. O pobre religioso achou que os noivos era Plablo e Cráudia. Uma beleza.
A cerimônia foi uma bagunça: crianças pulando, aliança na mão errada, falta de liberação de beijo na noiva, tudo do jeito que a gente gosta. Depois, uma festa delicinha, com feijoada, guerra de flores, roda de samba. Do jeito que a gente gosta.
À noite, deixamos o casal ir se divertir em sua noite de núpcias e fomos pro Puebla Cafe. Ainda não sei se foi a couve da feijoada ou o limão das micheladas, mas ainda bem que fomos a pé. Dirigir daquele jeito não seria uma boa idéia.
Ainda conscientes, eu, Lica, Beta e Alf tivemos um diálogo profundo ao apagar das luzes:
- Então.
- Opa.
- Né?
*roncam*
No dia seguinte, Marcio queria partir ao raiar da aurora. Mas como a Convenção de Genebra não permite tortura de prisioneiros, eu e Lica protestamos e conseguimos o direito a um banho e um café.
Depois de 8 horas de viagem, cheguei em casa feliz, mas com muita saudade.
Teca, João, Priw, Beta, Alf, Jones, Dani, Rick: Obrigada!
Pablo e Clau: Felicidades, pô!


O final de semana foi simplesmente perfeito!
Dos hóspedes gente boa até o clima de casamento made in heaven da festa.
O melhor de tudo é reunir o pessoal. Adorei ter vocês aqui no Rio e aqui em casa. A porta está sempre aberta pra quando você quiser recuperar o pedacinho do seu coração que ficou por aqui.
Só te digo uma coisa, o problema não foi do limão da michelada, porque dissolvido em cerveja é cientificamente comprovado que não faz mal, foi da couve mesmo … couve marvada!
Caraca, o cara que caçou um javali é o Locke? O.O E contar o suborno pelo buquê ninguém conta, né?
P
antes eu tivesse abusado do choppinho! Eu abusei até da natureza. Perdi a noção mesmo. E fiquei doente!
>> Esse homem é um forte. Hhuhauhauahuahuaaa Nada que ter visto 5 temporadas de Gilmore Girls não tenha me preparado antes. =) Bjs
estou com muitas saudades também!!! Mas nos veremos em breve né?
e parabens pra eles então.. hahaha ah, vou publicar um post teu ou pedaços dele, com link pra cá. um dos teus que ta aqui na pagina e li agora.. valeu (:
q lindo! me emocionei ateh… to tao descrente dessa história de amor. To ateh chorando ao escutar “ray of light”
Precisamos atualizar nossos tricots! Minha ida a CAbo Frio foi decepcionante. Mas foi tudo passar dois dias com a família Martin de Macedo. Mas que eu queria ter te visto, eu queria!!! bjo
Aprendi termos interessantes no feriado: – TVN (te vira negão!); – Vamox cumêr umax paradaxz? – Nem por um ramalhete de caraleos! (meu preferido). Obrigada pela aula, companheira de viagem e de curvas à 100 km na Serra das Araras. Foi tudo mó legal, firmeza mano? ^_^ Bjs
É sempre assim. As pessoas podem até achar que o Rio é uma porcaria, mas quando conhecem isso aqui se apaixonam mesmo. E felicidades pros pombinhos.
Ah, mas eu acredito no amor. Acho que o amor é que não quis acreditar em mim… *chora* Esse Pablo é o Sam adorador de elfos? =)
Rio? Parece Santos. *se desvia das pedradas*
Também estou com saudades! Se tudo der certo, estamos aí em outubro
acho esse filme legal… já o seu blog é muito legal!
Ah, esse casamento foi tão lindinho….
O que é uma guerra de flores numa festa de casamento, minha gente? Esse post tá muito legal… grandes momentos desse fim de semana. beijo
[...] ela paulista. Acreditaram no amor e casaram-se pra morar na Cidade Maravilhosa e serem felizes. A festa foi incrível, com direito a padre falando nome errado, crianças correndo pra todo lado, roda de samba com [...]