by Gabi | May 21st, 2009
Era uma vez uma menina muito legal que adorava gatos, chamada Lilhá. Ela visitava os amigos e brincava com os gatos alheios e morria de vontade. Aí um dia, num aniversário, apareceu uma gatinha chamada Clementine na vida dela. Essa parte da história eu já contei aqui. Se fosse um conto de fadas, Lilhá e sua gatinha viveriam felizes pra sempre.

Mas não é, né?
Aí o irmão da Lilhá ficou grávido e teve um filho lindo. Ela virou tia e madrinha de um barrigudinho, também responsável por mais essa vida. Até que um belo dia, descobriram que Arthur, o garotinho, tinha alergia a animais. Não só a animais, mas a pó, leite e mais mil substâncias. Só de visitar a tia, ele tinha crises alérgicas violentas e seriíssimas. Os pêlos da Clem, na roupa da Lilhá, faziam com que Arthur ficasse cheio de manchas vermelhas na pele. Foram feitos testes e foi constatado clinicamente: Arthur tem alergia a pêlos de gato.
Por isso, mesmo moída de pena e morta de dó, Lilhá vai ter que doar a Clem.Vejam um pedaço do email que ela me mandou:
Todavia, eu tô sofrendo, há 5 meses meu sobrinho não vem me visitar, ele não vem em casa. Sempre que eu tenho que visitá-lo preciso ir até a casa do meu irmão, ou quando a correria não deixa, tenho que ir onde ele está, como a casa da sogra, casa do meu pai, enfim. A situação está bastante insustentável pra mim, que como madrinha, tenho obrigação moral de fazer mais parte da vida dele, poder ficar com ele mais tempo, sabe?
(…)Minha cunhada fica triste e fala pra mim que quando ela estava grávida até sonhava com ele brincando e mexendo com a Clem na minha casa. Antes mesmo de saber que ele tinha alergia e ia na minha casa, a gente ficava vendo a reação da Clem e dele juntos, mas ele era muito pequenininho, ainda de colo e a Clem é daquele jeito, toda bundona e com medo de todo mundo hahahah
Isso me deixa triste, isso acaba comigo. Nem preciso dizer o quanto já chorei e choro por causa da minha decisão de não ficar com ela mais, e até parece que tô cometendo um crime, por outro lado, eu preciso do meu sobrinho comigo aos finais de semana, brincando, dormindo na minha casa e jogando vídeo game comigo.
Parte o coração, né? Então estamos procurando uma nova família pra essa gata maluquinha. Mas não pode ser qualquer um! Tem que ser alguém que goste muito de bichos; que esteja disposto a amar muito a Clem; alguém que depois deixe a Lilhá fazer visitas e matar as saudades da sua filhota.

Clementine tem 2 anos, está castrada, vacinada, vermifugada, pronta pra ser amada e ganhar uma familia nova. Quem se habilitar à adoção, pode mandar um email pra casadagabi@gmail.com ou pra lilianpimentel.lp@gmail.com. Tem mais fotos da Clem no Flickr da Lilhá! Fiquem com um vídeo da Clem sendo fofa, como sempre:








Obrigada, Gabis, chorei escondidinha aqui ;~
Ai, partiu meu coração
Imagino o tanto de dor no corazón da Lillhá… Fiquei com nó na garganta aqui.
chorando, chorando… ninguém merece.
ja te ligo Gabi… proposta indecorosa
bj
Ah não genti… eu lembro quando a Lilhá ganhou a Clem! Ela ficou tão feliz, e tirava mil fotos dela… que pena!
Oi, Gabi! Li seu post e te mandei um mail já =]
Quem me avisou foi minha namorada, a Bianca, que conheceu seu blog por meio do Luluzinha Camp.
Não tenho nenhuma foto fácil aqui, tirando uma num texto grandão que fiz sobre minha gatinha, para quem procuro companhia:
http://altusnefelibata.blogspot.com/2008/09/o-resgate-de-pixie.html
Abração \o
Imagino sua dor… quase tive que dar meu Tigrinho, pois meu marido morre de alergia. Resolvemos trocando a casa. Mudamos para uma casa maior.
Sinceramente,
se ela realmente amasse o gato, dava um jeito de jogar videogame com o sobrinho na casa dele, visitá-lo na casa dele, etc.
Eu só tenho pena pela menina, que tão pequena já está aprendendo, com a família, que animais são objetos descartáveis, dos quais se pode desfazer no primeiro obstáculo.
Pessoas assim não deveriam ter animais nunca. Só têm compromisso consigo mesmas.
Acho interessante a facilidade com que pessoas como helen julgam as outras. Lêem um texto, não entendem metade e já saem por aí dando chicotada. Um pouco de calma e reflexão antes de escrevr não faz mal pra ninguém.
Só para esclarecer, não é necessário a presença do gato para desencadear reações em pessoas extremamente alérgicas, como é o caso desse bebê.
Helen, aprenda a ler. O AFILHADO não é menina, é menino. Não estão se livrando da gata, estão doando porque uma pessoa é BASTANTE alérgica e pode MORRER. No post ainda é citado que ela pretende visitar a gatinha de vez em quando.
Então vá aprender a interpretar um texto antes de vir aqui cagar pela boca.
Se pessoas assim não deviam ter animais, alguém como você não devia ter língua ou dedos, o que privaria toda a humanidade da sua infinita sapiência.
Amooo animais de estimação mas meu fraco é por cachorrinhos. Morro só de pensar em ter q doar a minha.
Força Lilhá! Se servir de consolo, quando eu era bebê tinha uma alergia violenta também a pêlo de animais, dentre várias outras coisas, mas dps, com os devidos tratamentos as coisas foram melhorando e hoje posso conviver normalmente com qualquer tipo de animal ^^
Bjs!
E aí? Já conseguiram um novo lar para a Clem? A minha Mitsy também é uma tigrada tricolor! Boa sorte para as duas!
Gabi,
obrigada pelo post. Chorei aqui sozinha só de pensar em ter de me separar dos meus bichinhos (temos 1 cachorro e 1 gata de dois anos e 1 gato de 1 aninho, fora os peixes do aquário, hehe) que foram adotados e que são parte da nossa família. Consigo apenas imaginar o sofrimento da Lilhá… Espero que haja uma solução que agrade a todos e que a Clem consiga uma nova família…
Parabéns pelo blog!