A moça que conheci na fila do banheiro
Conheci a Babi Maues pessoalmente numa fila de um desses eventos de internet. Uma fila de banheiro, porque só tinha um banheiro praquele povo todo e nós duas somos do tipo que vai no banheiro de 5 em 5 minutos -e do tipo que conversa com pessoas desconhecicas na porta do banheiro, vê se pode. Começamos a bater papo por ali e depois continuamos batendo papo na lista do Luluzinha Camp, esse oásis de conversa onde a mulherada alterna assuntos como liberdade de expressão, feminismo e dicas de como encontrar um bom marceneiro numa sucessão de emails diários.
No comecinho do ano, entretanto, soubemos de uma notícia nada legal: o marido da Babi havia sofrido um acidente ao mergulhar em um rio na região de Alter do Chão, lááááá perto de Santarém, onde haviam ido passar férias. Ao mergulhar, ele lesionou a cervical e ficou paraplégico. Além do óbvio, um quadro como esse tem uma série de agravantes: Marcos não tem convenio de saúde, em um futuro breve ele deverá ser transportado de volta à São Paulo pra continuar o tratamento e voltar à sua vida normal, e a família tem que se deslocar até Santarém pra acompanhar e ajudar no tratamento.
As coisas boas: Marcos conseguiu tratamento pelo SUS, a cirurgia pós-acidente foi bem sucedida, ele a cada dia está mais forte e vencendo os desafios de um acidente como esse, e os amigos do casal têm contribuído financeiramente pra ajudar. Porque mesmo com o tratamento custeado pelo SUS, há despesas: a presença da familia por lá, a futura adaptação em São Paulo, reforma da casa pra adaptar a um paraplégico, compra de cadeira de rodas…
Amigos organizaram uma feijoada e levantaram uma graninha, mas claro que vai ser necessário mais dinheiro pra tudo isso.
Pra ajudar, você pode comprar uma rifa com a Tayra e concorrer a uma garrafa de Jack Daniel’s – edição especial com copinho, hein?
Ou pode fazer uma doação em conta corrente pra irmã do Marcos:
Marta Vitória de Alencar
CPF 178.221.438-08
Banco do Brasil
ag. 3559-9
c/c 43819-7
A história em detalhes tem aqui no blog que eles fizeram pra contar. Dá pra acompanhar as pequenas vitórias do Marcos, que com a ajuda do tratamento médico, da família e dos amigos, já consegue respirar sem dor, a febre baixou, a cada dia uma coisinha nova pra mostrar que ele vai continuar lutando e ficar bonzão.
Se você puder ajudar com doações, ajude. Se não, compartilhe a história e ajude a divulgar para que mais pessoas fiquem sabendo e possam ajudar também. Juntos, a gente ajuda o Marcos e a Babi a voltarem pra São Paulo e a terem um futuro mais brilhante.


