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28
May

#prontocasei

por Gabi

- Quer casar comigo?

Pisquei e não entendi a pergunta direito. Depois de quase 3 anos de namoro e mais de um ano morando junto, ele vem me perguntar isso numa noite de maio, numa cantina feia que tem na frente do prédio. Na mesa do lado, um gordo bêbado tocava uma música no violão. Acho que era Ticket to Ride, mas ele cantava algo como “shigotchatchiqtchuva-ái”.

Mas era isso mesmo. O pedido de casamento menos romântico do mundo, até porque estávamos discutindo a conveniência do plano de saúde. A solução mais prática e econômica seria mesmo casar. Ou seja, foi a coisa menos romântica do mundo, de longe. Nem precisava ter um gordo bêbado por lá cantando Beatles num ritmo todo próprio.

Mas tudo bem. A gente se conheceu no bar, por amigos em comum. Naquela noite eu usava um esmalte que combinava com o cachecol e ele chegou tarde, porque estava trabalhando. Antes de nos conhecermos, tínhamos algo em comum: ambos eram conerciários, com semana de trabalho de 6 dias e muitas horas extras não-remuneradas.

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Com o tempo, veio a vontade de ficar junto e um belo dia, depois de um incrível jogo de futebol da Copa do Mundo, rolou. Eu morrendo de medo de me meter em novo relacionamento, ele fingindo que nem ligava. Aos trancos e barrancos a coisa foi pra frente. Segundo o Junior, só começamos a namorar porque ele morava longe e eu tinha preguiça de dar carona.

O tempo passou e ele foi trabalhar com nossa amiga Alê Félix, nas Perdizes. Era do lado do ex-apartamento, e aí ele veio morar em casa.  Afinal, não fazia sentido  ele ficar indo e voltando pro Tucuruvi se poderia ir trabalhar a pé, não é?

Isso faz tempo, já. Depois disso, ele mudou de emprego de novo; eu perdi um emprego e achei outro e depois outro; amigos chegaram, o Corinthians caiu pra segunda divisão e voltou, o Julio finalmente achou alguém que o ature pra amar, a Lelê namorou, noivou e teve 5 relacionamentos firmes, além de mudar de faixa no kung fu 4 vezes (segundo ela mesma); a Cyntia casou e teve uma filha linda; o V. separou do magrelo e ficou muito mais gato; eu fiquei sem um tostão, depois tive aumento; virei profissional de mídia social; minha mãe criou um blog e quebrou o pé; o pai dele foi trabalhar fora de SP; briguei com a imobiliária; alugamos um apartamento escolhido pelos dois e cujo aluguel e despesas são firmemente divididas; adotamos mais dois gatos.

E aí hoje, na hora do almoço demos um pulinho no cartório pra fazer a tal declaração de união estável. Assim, como quem vai até o parque fazer um piquenique, saímos debaixo de chuva pra assinar os papéis. A bestona aqui, nevosa, assinou errado e teve que refazer o cartão de assinatura. O moço do cartório ficou com pena e no fim aceitou; autenticamos, copiamos,  pronto. Casamos.

Aí eu contei isso no Twitter e senti o verdadeiro poder do buzz: os amigos queridos que fizeram parte dessa história toda ligaram, mandaram email, chamaram no msn, mandaram mensagem e me fizeram ficar emocionada com a idéia deles: não vão deixar passar em branco. Já me comunicaram que semana que vem tem festa. Eu não tenho dinheiro; eles também não. Vão fazer vaquinha, pedir pros amigos todos e reunir as pessoas queridas num local pra celebrar a bagunça. Não sei se vai ser churrasco, feijoada ou boi no rolete – mas também não me importo. Os amigos vão estar lá. A família vai estar lá. O meu marido vai estar lá.

E eu agradeço a eles, porque isso no fundo é importante pra mim. Agradeço à minha mãe, que gosta muito do genro dela. E agradeço ao Eric, que deve ser completamente maluco pra topar dividir o resto da vida dele comigo.

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21
May

Adote uma Gatinha!

por Gabi

Era uma vez uma menina muito legal que adorava gatos, chamada Lilhá. Ela visitava os amigos e brincava com os gatos alheios e morria de vontade. Aí um dia, num aniversário, apareceu uma gatinha chamada Clementine na vida dela. Essa parte da história eu já contei aqui. Se fosse um conto de fadas, Lilhá e sua gatinha viveriam felizes pra sempre.

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Mas não é, né?

Aí o irmão da Lilhá  ficou grávido e teve um filho lindo. Ela virou tia e madrinha de um barrigudinho, também responsável por mais essa vida. Até que um belo dia, descobriram que Arthur, o garotinho, tinha alergia a animais. Não só a animais, mas a pó, leite e mais mil substâncias. Só de visitar a tia, ele tinha crises alérgicas violentas e seriíssimas. Os pêlos da Clem, na roupa da Lilhá, faziam com que Arthur ficasse cheio de manchas vermelhas na pele. Foram feitos testes e foi constatado clinicamente: Arthur tem alergia a pêlos de gato.

Por isso, mesmo moída de pena e morta de dó, Lilhá vai ter que doar a Clem.Vejam um pedaço do email que ela me mandou:

Todavia, eu tô sofrendo, há 5 meses meu sobrinho não vem me visitar, ele não vem em casa. Sempre que eu tenho que visitá-lo preciso ir até a casa do meu irmão, ou quando a correria não deixa, tenho que ir onde ele está, como a casa da sogra, casa do meu pai, enfim. A situação está bastante insustentável pra mim, que como madrinha, tenho obrigação moral de fazer mais parte da vida dele, poder ficar com ele mais tempo, sabe?
(…)Minha cunhada fica triste e fala pra mim que quando ela estava grávida até sonhava com ele brincando e mexendo com a Clem na minha casa. Antes mesmo de saber que ele tinha alergia e ia na minha casa, a gente ficava vendo a reação da Clem e dele juntos, mas ele era muito pequenininho, ainda de colo e a Clem é daquele jeito, toda bundona e com medo de todo mundo hahahah

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Isso me deixa triste, isso acaba comigo. Nem preciso dizer o quanto já chorei e choro por causa da minha decisão de não ficar com ela mais, e até parece que tô cometendo um crime, por outro lado, eu preciso do meu sobrinho comigo aos finais de semana, brincando, dormindo na minha casa e jogando vídeo game comigo.

Parte o coração, né? Então estamos procurando uma nova família pra essa gata maluquinha. Mas não pode ser qualquer um! Tem que ser alguém que goste muito de bichos; que esteja disposto a amar muito a Clem; alguém que depois deixe a Lilhá fazer visitas e matar as saudades da sua filhota.

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Clementine tem 2 anos, está castrada, vacinada, vermifugada, pronta pra ser amada e ganhar uma familia nova. Quem se habilitar à adoção, pode mandar um email pra casadagabi@gmail.com ou pra lilianpimentel.lp@gmail.com. Tem mais fotos da Clem no Flickr da Lilhá! Fiquem com um vídeo da Clem sendo fofa, como sempre:

16
May

Profissional de Mídia Social

por Gabi

Essa semana estive correndo muito no trabalho. Entre milhares de coisas, preciso contratar urgente duas pessoas. De cabeça cheia, meio maluca, soltei no Twitter que estou procurando um profissional de social media. Na correria, não dei detalhes. Os amigos retwittaram, os amigos dos amigos também, e muita gente soube da vaga. No meio do caminho, o Marmota me fez uma pergunta legítima, e eu, de mau humor, fui grosseira na resposta. Pedi desculpas, e elas foram aceitas na forma de um post excelente, onde ele conta um pedaço da sua experiência em redes sociais.

Essa discussão toda me deixou pensando um pouco na minha profssão e no que eu faço pra viver. Eu trabalho com mídia social. Dizer apenas isso seria vago. Midia social não é medicina, por exemplo. Quando alguém diz “sou um médico”, entendemos que é um profissional que trata e/ou previne doenças. Todo mundo entende. Um publicitário é um cara que vende produtos. Um professor ensina. E a tal mídia social, onde está? O que diabos nós fazemos?

Bom, no fundo a gente vende coisas. Não como um publicitário, mas através de pessoas. A gente monitora foruns e blogs pra ver se esta ou aquela marca é a favorita. Entramos nas conversações pra entender o que está sendo dito e de que maneira é melhor que a empresa converse com os usuários. Somos aqueles que ao invés de entrar no seu perfil do orkut e deixar um recado spammer dizendo “Limpe seu nome! Gatas nuas na cam! Festa do Farol!”, nos preocupamos em saber que sua banda preferida é tal – e te avisamos que o novo álbum dela já saiu.

Por conta disso, ficamos horas no orkut, no facebook, no twitter: essas são nossas ferramentas de trabalho. Também fazemos ações com formadores de opinião. Blogueiros, donos de foruns e comunidades. O grande desafio é fazer essas pessoas falarem da marca ou produto que queremos. Pra isso, tentamos sempre fazer com eles ações interessantes: levar fãs de música na passagem de som de um show muito legal; colocar blogueiros de moda pra assistir um desfile exclusivo; mandar uma nova campanha pros caras que falam de publicidade antes mesmo que ela vá pro ar.

Por conta dessas características, muitas pessoas acham que somos um bando de folgados, que vivemos o dia inteiro no orkut brincando, ou que fazemos festinhas pros nossos amigos. Não é verdade. As tais festinhas e bocas-livres não são pra dar de comer e beber aos amigos. São pra mostrar um produto, proporcionar uma experiência, causar impacto. Quem diz que estamos “comprando” alguém ao fazer isso nao sabe do que está falando.

Aliás, se o blogueiro se vender em troca de um prato de coxinhas e 3 copos de chope, eu nem quero a opinião dele. Quero opiniões sinceras, porque é assim que a gente vai conquistar os leitores desse cara. Não adianta achar que o Morróida, por exemplo, vai fazer um post bem bonitinho dizendo que a festa da bebida tal foi deliciosa. Ele vai falar que encheu a cara, vai contar da garota que ele pegou, vai fazer uma piada besta e colocar alguns palavrões no post. E se ele passar mal de ressaca, vai meter o pau na tal bebida. Ou achar que o pessoal do Meio Bit vai falar bem do celular que eu mandei pro teste se o dito-cujo não for bom. Se o celular for ruim, eu sei que eles vão falar mal. Por isso que a opinião deles é tão importante, aliás. Porque é assim que eles conquistaram o crédito junto a seus leitores. É assim que eles formam opiniões, e não simplesmente dizendo “a Gabi é muito legal e me levou numa festinha!

Mas ainda assim, muita gente não nos respeita. Entendo que como em todas as profissões, tenho colegas de ramo que não são corretos. Assim como há médicos malintencionados, professores burros, escritores obtusos e porteiros sem-vergonha, há profissionais de mídia social incompetentes. Pode ter gente fraudando resultados, ou se preocupando mais em chamar os amigos pra balada do que em chamar quem realmente combina com o produto. Eu não sou assim, e conheço muita gente que não é assim. Então me ofende quando começam as gracinhas, piadas e comentários negativos a respeito da minha profissão. Não estou falando de humor: o SurfHype me faz rir. Mas é como se você chegasse pra classe dos dentistas e dissesse: “vocês não manjam nada de dentes e só são dentistas pra fazer receitas de medicamentos controlados!” ou algo assim. Não é humor. É ofensivo e me incomoda demais.

Só peço respeito pra mim e pros meus colegas. Não precisa gostar de mim nem necessariamente aprovar o que fazemos. Mas respeite nossa profissão. É assim que eu ganho meu salário, honestamente, trabalhando todos os dias. É com esse trabalho que compro ração pros meus gatos. Meu trabalho não prejudica, machuca ou ofende as pessoas. É só um trabalho.

E por isso que na hora do nervoso eu ofendi uma pessoa que não merecia: o Marmota, pego no fogo cruzado entre meu stress e o bando de infelizes que não entendem patavina sobre o mercado de mídia social. Desculpa de novo, André. Agora, em forma de post.
(agradeço também ao Chico Barney que me deu a idéia dos dentistas safardanas)

15
May

Há três anos…

por Gabi

Surgiu no twitter esses dias a tag #ha3anos, pra gente contar o que fazia nesse momento. Fucei aqui nos arquivos do blog e descobri que há 3 anos eu estava conhecendo gente que ia ser importante na minha vida, estava trabalhando num supermercado para ricos e famosos e que São Paulo estava sendo assolada pelos ataques do PCC.

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Na época, fiz um post contando como as pessoas estavam em pânico. Agora, quero me lebrar do aspecto humano da coisa. Eu trabalhava num supermercado grã-fino, no Morumbi. Os funcionários, assustados, queriam saber como iriam pra casa. Dizia-se que as 18 horas iria acontecer um ataque maior. Corri atrás de fretamentos de van e kombi pra que as pessoas que moravam longe conseguissem chegar em suas casas. Os ônibus parados, táxis muito caros, e os funcionários chorando de nervoso. Se preocupando com suas famílias, porque celular ainda era certo luxo que alguns não podiam ter. Como saber se sua irmã está bem quando ouve-se falar que uma bomba explodiu no Largo 13,  justamente onde ela pega ônibus pra ir pra casa? E seu filho, será que saiu da escola e foi direto pra casa, quando as aulas foram suspensas? Aquela gente toda muito nervosa me partiu o coração.

Emails pipocavam com informações supostamente confiáveis sobre bombas, tiros, confusões. Era sempre o primo do amigo que tinha visto. Prática que sou, duvidei. Desde quando bandido avisa que vai matar ou destruir? Acessei a internet e fucei em alguns portais sérios de notícias. Vi que havia  tiroteios e confusões confirmados, e que a violência parecia se focar na polícia. Fiquei um pouco menos intranquila, afinal a cidade ainda estava de pé, mas me preocupava muito com as pessoas que estavam ali na loja, meus funcionários.

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Enquanto isso, os chefes decidiam se iriam baixar ou não as portas. Depois de muita persuasão da minha parte, decidiram fechar por volta das 17hs. Uma cliente muito bem vestida fazia suas compras sem pressa alguma. Escolhia chocolates importados enquanto fechávamos os caixas, os setores iam ficando às escuras e as pessoas pouco a pouco iam saindo. A compra dela fui eu quem passei no caixa: decidimos liberar logo o pessoal que iria de van pra casa. De repente, ela me pergunta:

- Estão com algum problema na loja?
- Como, senhora?
- Notei que estão fechando as portas… está tudo bem?
- A senhora não está sabendo? o PCC está coordenando um ataque à cidade, ordenando toque de recolher, segundo boatos.
- Mas vocês vão fechar por causa disso?
- Sim. Não há ônibus e os funcionários precisam ir para casa.
- Eles moram longe daqui?
- Sim, bastante. Embu, Taboão… Mais de uma hora de condução.

Ela riu e abanou a cabeça como quem diz “nem sei onde ficam esse lugares, nem sei o que é PCC

Passei as compras, ela pagou com seu cartão de crédito repleto de estrelas platinum premium e foi embora, no seu carro com motorista. Fechamos a loja, deixando ali um segurança trêmulo. Ao sair, disse baixinho pra ele, pro diretor não ouvir: “Edson, se acontecer alguma coisa, foge, se esconde, entrega o que pedirem. Não vai tomar um tiro por besteira. A gente tem seguro, viu?“. Ele me olhou agradecido e acenou, observando de longe, com o rádio na mão, enquanto meu carro se distanciava.

A volta pra casa foi rápida. Não havia ninguém nas ruas. Sintonizei uma rádio de notícias e fui ouvindo sobre o pânico, que àquela altura já havia diminuido. A repórter entrevistava um coronel da PM e este pedia calma à população, e pedia que parassem de espalhar boatos e acreditassem apenas nas notícias confirmadas pela polícia. Eu estava acreditando justamente nisso quando atravessei a cidade, levando 15 minutos pra chegar do Morumbi até Perdizes.

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Naquele dia, o medo dominou minha cidade. Tive uma pequena amostra de como vivem as pessoas quando o Estado perde o controle e fica cada um por si. Naquele dia, uma segunda feira, tivemos nosso dia de Cabul ou mesmo de Rio de Janeiro. Um dia de ser conduzido pelos bandidos e pelas pessoas bem-intencionadas que inadvertidamente espalharam boatos tenebrosos.  Nom Ducor, Duco. Esse é o lema de São Paulo e está na nossa bandeira.No dia 15 de maior de 2006, fomos conduzidos. Não conduzimos.

Post inspirado pela postagem do Inagaki de hoje, verdadeiro cutucão na ferida do comodismo paulistano.
Imagens da Folha Online.

13
May

Olha o estágio aí, gente!

por Gabi

Recebi um email falando sobre a campanha de inscrições pro programa de estágio 2009 da Sinc e achei muito bem sacado. Vejam o vídeo, que bacaninha:

Adorei a tiração de sarro com o livro O Segredo, uma das maiores baboseiras de auto ajuda já publicadas. Estudantes, se joguem: as inscrições são até dia 17/05.

11
May

Sorteio de Livro!

por Gabi

E aí que eu sumi, mesmo. Desculpem a ausência, e sim, de novo, vou jogar a culpa no trabalho. Acho que em breve as coisas devem melhorar. Enquanto isso…

…vamos fazer sorteio?

Ganhei da editora o livro Chic[errimo], fino e elegante manual de boas maneiras pro século XXI, escrito pela não menos fina Gloria Kalil. Ela dá dicas de etiqueta em emails, em eventos, coisas práticas mesmo. Tipo “Com que roupa ir ao casamento do seu ex-marido” ou “o que fazer se a última instant celebrity do BBB chegar gritando na sua frente, na fila”. Super bem escrito, leve, direto e ilustrado, Glorinha ensina o riscado como ninguém.

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Pra ganhar o livro, é muito simples. Basta deixar um comentário neste post contando qual a  maior gafe de etiqueta que você já cometeu. Vale ir de branco em casamento, perguntar se a gordinha está grávida, errar o nome do novo marido da tia… compartilhe seu mico!

Vou escolher a gafe mais divertida de todas e mando o livro! Como sou euzinha que vou mandar, só vale leitor de São Paulo – o sedex está com preços pela hora da morte, gente!

Vamos lá, abram seus corações e dividam a vergonha! Comentem até sexta feira, dia 15/05, tá bom?

04
May

Séries no feriado

por Gabi

Essas semanas com feriados seguidos me deixaram muito, muito corrida no trabalho – daí o sumiço daqui. Mas ao mesmo tempo, aproveitei os feriados pra descansar, e falida que estou, não pude viajar.

Aproveitei pra ver séries. Sou o tipo de consumidor mais burro que há: pago pra ter tv a cabo em casa, porque gosto dos canais de filmes e o namorido gosta dos de esporte. Aí, pago internet pra poder baixar episódios de séries que demoram pra estrear aqui. E depois, pago de novo, comprando boxes das séries favoritas. Sou um poço de lucro pra indústria do entretenimento.

Algumas das minhas séries favoritas:

Criminal Minds: Hotch, o homem que nunca sorri, sorriu DUAS vezes nessa temporada.Vale a pena ver. Acaba daqui a dois episódios! Tem um blog muito bom sobre a série: Criminal Minds Brasil (é cheio de spoilers, cuidado!)

The Big Bang Theory: Eu me sinto falando com amigos quando vejo Sheldon, Leonard, Raj e Wolowitz conversando. São nerds, gostam de quadrinhos – e agora até a Penny está se convertendo em uma proto-nerd. Nerd Pride, minha gente! =D

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House: Eu sou apaixonada pelo House. O mau humor, aliado à inteligência e ao sarcasmo fazem com que eu morra de vontade de apertar as bochechas dele. Mas no fundo, acho que sou apaixonada pelo Hugh Laurie. Afinal, ele é inglês, toca piano, guitarra e gosta de blues. Enfim, passei a temporada torcendo pra ele casar com a Cuddy, de repente no meio da temporada rola uma morte absolutamente estúpida (não conto, nada de spoilers aqui) e o foco todo muda. Aguardando ansiosamente o season finale, que deve rolar em breve.

Dexter: vi a terceira temporada todinha, roubei os dvd´s do meu chefe e me joguei. Adorei. A temporada é curtinha (12 episódios) e não perde o folêgo. Mantém a tensão até o final – e eu virei fã de vez da Debra, a irmã policial, boca suja e sem-noção do nosso (anti) herói.

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Bones: comecei a ver Bones logo que estreou na Fox. Mas era dublado, então brochei. Agora, com o maravilhoso mundo dos torrents, estou vendo a primeira temporada e amando. Booth, o agente maleta do FBI e Bones, a antropóloga forense que não tem nenhuma referência de cultura pop formam uma dupla ótima. As piadas geradas pela falta de inserção culturar da Dra Bones são geniais. Atualmente está na quarta temporada lá fora. Um dia eu chego lá.

Enfim, passei um feriado delicinha relaxando. Também fui no boteco com os amigos, almocei com mamãe, fui na festinha da cunhada, vi meu Timão ser campeão invicto do Paulista… Foram bosn dias. =)

UPDATE URGENTE URGENTÍSSIMO: Trailer da nova temporada de True Blood, outra série que eu amo:


A música é do novo do Bob Dylan. Tudo de bom, né?