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31
Aug

Não subestime a gorda

por Gabi

E aí que eu fui correr o Nike10k. Esse ano o nome correto da coisa seria “The Human Race”, mas ela não é humana. É desumana. Sério. São dez quilômetros, 10.000 metros. Pra ter uma idéia, nos últimos 5 anos eu devo ter andado dez quilômetros no total. Tipo somando tudo que eu andei, entendem? Enfim.

Acordei bem cedo com um sms da Lelê tirando sarro da cara do Julio. Ameacei o Eric, dizendo que se ele não levantasse eu ia dormir de novo. Ele levantou, o que foi ruim, porque aí tivemos que sair de casa. Tava 13 graus. Percebam quantos erros têm nesses dois primeiros parágrafos: Eu acordei SEIS DA MANHÃ de DOMINGO pra ir CORRER com uma temperatura de TREZE GRAUS. Sério.

Fomos pra USP, parando antes pra tomar uma pinga pra esquentar um café com leite na padoca. Chegamos, paramos o carro bem longe do local pra já ir dando aquela aquecida. Na largada, os três saíram correndo e eu iniciei a prova já dentro do meu plano: transformar a Nike Corre em Nike Anda. E se tudo desse certo, evitar transformar a prova em Nike Anda de Ambulância, Nike Se Arrasta de Joelhos, Nike Morre. Então eu me programei pra andar, andar, andar. Apertei o passo e fui.

Logo de cara tive que subir a ponte da Cidade Universitária, o que fez com que eu mudasse de planos e desse uma corridinha pra sair logo do fedor que emanava do Rio Pinheiros. Isso sim é motivacional.

Continuei a caminhada ao som de “Celebrate Good Times”, que rolava no meu MP3. Lá pelo quilômetro 4, a endorfina bateu e eu achei que tava indo super bem, que eu era uma vencedora, uma superatleta. Mas fui ultrapassada por um casal de idosos de ascendência oriental porque dizer velhinhos japoneses não é considerado politicamente correto.

Depois do quilômetro 5, de nada mais me lembro. Meu corpo continuava se mexendo, mas a minha mente foi pra outro lugar. Um lugar com cama, edredon fofinho e milk shake. Milk shake de Nutella. Sim, Milk Shake de Nutella, bem cremoso, e com farofinha em cima. Enquanto minha mente divagava, eu me aproximava do final da prova. Ver a estrutura da chegada provocou uma sensação incrível, misto de alívio, desespero e cansaço. Dei aquela corridinha no final, pra fazer aquela pressão. Ao cruzar a linha de chegada, um atendente médico muito solícito me abordou:

- Você está bem? Precisa de alguma coisa?
- Sim, de dinheiro pra pagar minhas dívidas, alguns comprimidos de relaxante muscular e um carrinho de golfe pra me levar até o carro. Ah, e de paz mundial. Tem aí?

Mentira, eu só respondi que estava bem, obrigada.

Mostrei a língua pro fotógrafo, devolvi o chip, peguei o lanchinho, comi o lanchinho e caminhei mais um quilômetro até o guarda-volumes para encontrar meus amiguinhos. Achei que o Julio ia estar na tenda hospitalar, mas ele tava bem. Assim como Eric e Lelê.

Saímos em busca do carro, eu quase fazendo xixi nas calças porque tive uma experiência ruim com o banheiro químico. Fomos pra Cobasi comprar um novo bostódromo uma nova bandeja de areia higienica para gatos, e eu descobri que minha carteira havia sumido.

Em casa, não achei a carteira. Cancelei todos os cartões, estressei com a imbecil atendente do Itaú que não queria cancelar nada porque eu não lembrava o meu cep, tomei um banho, dois dorflex e chorei por quinze minutos de alívio só de estar em casa.

O que importa é que eu acabei a prova. Ganhei uma medalha, que usarei à guisa de talismã, provando pro mundo que não se pode subestimar uma mulher com a mente focada. Afinal, se até a Aretha Franklin tem soul, porque não eu?

29
Aug

As 10 Piores

por Gabi

O Bruno me passou um meme. Ele diz que gosta de mim, que eu sou legal e tudo mais, mas vive me passando meme. Bom, como ele me ameaçou com coisas horrendas se eu não o fizesse, e como isso será uma coisa divertida, segue aqui meu “Top 10 piores músicas que eu ouço no iPod” Na verdade não sei se são necessariamente ruins (embora algumas definitivamente sejam), mas são o tipo de música que faz você ter vergonha se alguém descobre, sabem? Vamos às minhas:

10: Beautiful, Christina Aguilera

Cara, sou fã da Aguilera. Desde que a Britney era virgem, a Cris já cantava sobre pegação e outras coisinhas gostosas. Essa música, entretanto, é lentinha, meiga, cheia de agudos e com uma mensagem superpositiva a respeito de auto-estima, insegurança e beleza interna. “I am beautiful, no matter what they say. Words can´t bring me down“, ela canta. É uma ótima música pra cantar no carro fingindo que tá fazendo clipe.

9: Big in Japan - Alphaville

Banda ruim dos anos 80 com apenas um sucesso. Mas eu adoro o refrãozinho. Quando ia trabalhar de metrô sempre achava adequado dar uma dançadinha na plataforma com “big Japan tonight, big Japan ALLRIGHT!” E fora os sintetizadores, que são tudo.

8:Casa - Lulu Santos

Lulu, o mais suado cantor que o Brasil já produziu. Lulu, com sua voz roufenha e seu sotaque carioca. Lulu, uma droga. Mas ó, essa música é demais: “pode ser que o barco vire, também pode ser que não” é um verso incrível do cancioneiro nacional e “sempre tem a cama pronta, o rango no FUgão, FUGÃO é simplesmente a melhor coisa que alguém já disse sobre fazer merda e depois voltar atrás.

7: Hips don´t lie -Shakira

Dançantíssima, super propícia a performances envolvendo dança do ventre e é o clipe no qual a Shakira está com o melhor cabelo de sua carreira. E pô, uma música que  diz que “en Barranquila se baila así” e mostra um monte de minas estilo Jade é bom demais. Claro que esta versão com o Danzig é bem mais bacana:

6: Pon de Replay e Please don´t Stop the Music - Rihanna

Juntei porque são tipo a mesma coisa; música pop ruim altamente dançante, cheia de gritinhos, performáticas e chacoalhantes, pra baixar a bicha em qualquer mulher. Sério, eu já sou meio mulé-bicha, mas quando ouço isso viro uma drag queen. Me sinto mais alta, com plataformas nos pés e uma peruca deslumbrante em tons de azul. It goes one by one then two by two! Ah, e claro, a batidinha de Please don´t stop the music EXIGE que a gente ande que nem modelo. Tipo batendo cabelo o salto e rebolando muito.

5: Um Girassol da Cor do Seu Cabelo – Lô Borges

Remanescente da época pseudo-hippie da faculdade. Eu queria saber tocar violão pra ser popular no C.A. e… bom, não aprendi. Mas essa música é bem fofinha. A letra é meio lisérgica e eu adoro.

4: Dancing Queen – ABBA

A-do-ro. Canto nokaraoke, faço a dancinha na pista, mas o dia mais bonito foi quando tocou isso na rádio Pão de Açúcar e eu dancei no corredor de enlatados. The night is young and the music is high!

3: Crying in The Rain – A-ha

Foi um estouro na década de 80, início de 90, e embalou meus bailinhos. Além disso, foi trilha sonora de um comercial mega fofo onde um menininho e uma menininha davam um beijo com gostinho de chocolate Laka. Óun, tilindo! Vejam:

2: A Thousand Miles – Vanessa Carlton
Não sei quem é, não conheço nenhuma outra música, mas essa grudou no meu pobre cérebro e no meu player. Ouço sempre e canto junto desbragada e desafinadamente.

1: Amor Perfeito – Babado Novo

É uma versão do Rei. A letra é linda, a melodia é super harmônica e… ah, merda. É Babado Novo, não tem justificativa. Perdão. Fiquem com a versão em que Claudia Leitte encontra o Rei Roberto no especial de fim de ano da Globo:

Ah, e não esqueçam que hoje tem FESTA! o/

28
Aug

Eu não vou ao show da Madonna

por Gabi

Que conste dos autos que eu sou fã de Madonna. A primeira música em inglês cuja letra traduzi munida de um pequeno dicionário Michaelis e muita boa vontade foi Open Your Heart, de True Blue, album de 1986. Like a Prayer, de 1989, virou um mantra. Além de vir com cheirinho de patchouli na embalagem, as músicas eram geniais e eu as decorei todas. Music é uma das coisas mais dançantes que já ouvi. Tenho todos os discos dela, até American Life, o mais fraquinho. Vi todos os filmes. Acho Madonna a grande diva do pop, sempre se reinventando, acompanhando as tendências musicais e fazendo canções perfeitas pra bater cabelo na pista de dança, dublar usando o desodorante como microfone ou cantar a plenos pulmões no congestionamento na Marginal.

Meu visual favorito pra ela: cabelão loiro escuro, magra sem ser musculosa e lindona, sorrindo

Quando soube que ela vinha pra cá esse ano, ovulei. Fiz uma dancinha alegre e mil planos com as ameeegas. Aí chegou o e mail dele avisando que tinha que se cadastrar num site pra poder comprar o ingresso. Fui lá me cadastrar. O site deu pau diversas vezes. Depois de um longo processo, consegui deixar meus dados e descobri os valores dos ingressos. O mais baratinho, arquibancada laranja, custa 120 reais. Vejam no mapa abaixo exatamente AONDE fica a arquibancada laranja.

DO OUTRO LADO DO ESTÁDIO. No fim do mundo. De onde se vê tudo, mas muito, muito pequenininho. Tipos que na minha TV de 21 polegadas a imagem é maior. E o som nesse lugar? Deve ser bem ruim mesmo. Pra melhorar, pela internet e por telefone  há uma taxa de conveniência de 20%. E só será possível comprar ingressos com cartão American Express ou Bradesco, o que já foi até alvo de reportagem. Não tenho nem um, nem outro. Então teria que ir à fila.

Pra não pagar a tal taxa de 20%, precisaria ir até a Av Nações Unidas, pra lá da Ponte João Dias, uma vez que as bilheterias do Parque Antartica ou do Ibirapuera, bem mais próximas da minha casa, são também consideradas pela empresa Tickets for Fun como “estruturas adicionais de venda”, o que quer que isso signifique, e portanto passível de cobrança de taxa.

Ah, os ingressos começam a ser vendidos dia 03/09. Uma quarta feira. Então, vamos recapitular: para ir ao show eu tenho que ir até a pqp, num dia de trabalho, pegar uma fila que certamente estará repleta de gente que vai dormir lá 2 dias pra garantir lugar, pagar 120 reais pra ficar absolutamente longe do palco?

Ah, tá.

Lembrei na hora do post do Marco Aurélio falando sobre o show do João Gilberto e as mesmas dificuldades enfrentadas. Empresas diferentes, mesma palhaçada. Fato é que eu não vou ao show da Madonna a menos que esse ingresso se materialize magicamente na minha mão. Minha esperança jaz no fato de que aos 50 anos a Tia Madge tá inteira, gostosa, toda boa e fazendo shows a rodo. Quem sabe daqui uns anos ela volte e eu seja milionária? Aí mando meu estagiário escravo assistente resolver isso tudo pra mim enquanto tomo mojitos light à beira da piscina.

Fica pra próxima, tia.

Adorei os óculos novos, amiga.

27
Aug

Aniversário da Gabi!

por Gabi

Neste fim de semana haverá um acontecimento estrondoso: o BlogCamp Meu aniversário. Completarei 31 anos. Sim, pois é, não tem mais volta. Os 20 já se foram, os 30 começam a correr e acho que os 40 vão chegar em segundos. Mas como não dá pra segurar o tempo, só me resta  party like it was 1999 celebrar loucamente antes que fique gagá de vez. Esse ano, escolhi um lugar que nunca fui, porque sou ousada.

Chama-se Clube Praga e promete ser um refúgio indie longe do burburinho, das filas e dos emos da Rua Augusta. Tem pista de dança e na sexta a festa é rock´n´roll. O local é novo, fica nas Perdizes, do lado de casa  então aproveitarei pra beber até cair e não ter problemas com a lei seca.

Festa na sexta, dia 29. Não tem lista, mas a entrada é amiga, 10 dinheiros – e se consumir 30 reais, não paga entrada, apenas o que consumir. Ó o flyer:

Quero ver todo mundo lá. E quem quiser me dar presente, será tudo muito bem vindo. Fiz uma listinha, porque sou pidona. Presenteiem-me com sua presença, ou com coisas materiais. Se alguém quiser me dar o ingresso pro show da Madonna ou depositar um valor na minha conta corrente, aceito também.

Mas o mais importante, claro, é ver os amigos. Então bora lá, macacada!

25
Aug

Mulheres, Lulus e Clichês

por Gabi

Nesse sábado rolou LuluzinhaCamp. Foi no Espaço Gafanhoto, organizado pelas Deusas. E foi muito, mas muito legal. Foi o máximo ver as meninas se organizando. Tivemos medo que faltasse comida, mas ninguém chegou de mãos abanando. Cada uma levaou um prato, uma bebida, uma gostosura. Tivemos medo que faltasse assunto, mas ninguém ficou falando de novela. Teve roda de moda, de tecnologia, de proteção animal, de beleza, de blogosfera, de filhos. Tivemos medo que faltasse gente, mas mais de 70 meninas apareceram. Ficamos preocupadas com estacionamento, assalto, invasão, desorganização. Mas nada deu problema. O encontro funcionou que foi uma belezinha, e a mulherada teve chance de se encontrar e se conhecer, de ver a cara de meninas que só conhecíamos online.

O mais legal de tudo isso, é que foi uma organização super espontânea. Claro que o pontapé inicial veio da Lili, Lu Freitas, Lu Monte, Nosphie e Zel – mas o resto das meninas vestiu a camisa de maneira que nunca imaginei. Todas as meninas super engajadas, a fim de bater papo e trocar idéias. Não pensei que a blogosfera feminina fosse tão grande, forte e simpática. Blogueiro tem fama de viver olhando o próprio umbigo, mas as meninas ali estavam mais preocupadas em dividir experiências do que em fazer comparações do tamanho do… pagerank. Deu pra sentir essa diferença entre homens e mulheres: menos competitividade, maior colaboração. Muito bom mesmo.

E talvez por ver toda essa agitação feminina eu tenha ficado um pouquinho desapontada com o livro Lipstick Jungle, que recebi num kit enviado pela Espalhe para promover a série homônima. O livro conta as aventuras de três mulheres de mais de quarenta anos, poderosas, ricas e influentes em NY. Deveria ser um Sex and the City com mulheres mais velhas, mas não achei grandes coisas: o livro é repleto de clichês. Apesar das situações que poderiam levar a conclusões interessantes, nada vira muito. Tudo se resolve facilmente, tudo dá certo, tudo fica bem. Espero que a série seja melhor que o livro, como (dizem) Sex and the City é. E espero que a Fox legende a série. Se for dublada, mudo de canal ra-pi-di-nho.

E embora a série tenha que ser ainda avaliada, a ação de marketing da Espalhe foi demais: Recebi um kit com o livro, fotos da ação e uma coleira com o nome do namorado. Embora o Eric tenha se recusado a usar o acessório, eu achei genial e extremamente ligado ao espírito da série. Além disso, a agência colocou umas mulheres poderosas andando por aí com rapazes na coleira pelas ruas de São Paulo. Mas o golpe de mestre foi levar a ação promocional de Lipstick Jungle pra dentro do LuluzinhaCamp. Uma perfeição: 4 moçoilos usando camisetas da série chegaram usando coleiras – e entusiasmaram a mulherada. Os meninos lindos, super simpáticos, posaram pra mil fotos, serviram champagne e aguentaram super bem a mulherada ensandecida pulando no pescoço deles.

Eu e Joana com os bonitões

Essa ação vem muito ao encontro do LuluzinhaCamp: mostrar pras mulheres que a gente tem o poder nas mãos, somos as donas das coleiras e tudo mais. Por outro lado, isso no fundo é um pouco clichê também, né? Achar que a gente manda nos homens é quase tão bobo quanto achar que homem pode mandar em mulher. Um dia, eu espero, a gente vai chegar num meio termo de companheirismo e igualdade, sem nenhum tipo de estupidez. Até lá, no entanto, prefiro homens de coleira à mulheres de burca. ;)

22
Aug

Links para o fim de semana

por Gabi

Como hoje é sexta e ninguém trabalha na sexta à tarde exceto eu, viu chefinha querida aproveito pra mostrar os links de gente que eu leio e que ou está começando agora, ou criou blog novo…  Cliquem nos links, valem a pena: é gente legal que escreve bem, cada um no seu estilo.

Divirtam-se.

Só uma Lagartixa: Este blog é escrito por uma pessoa muito especial MESMO. Minha querida mamãe. Sim, dona mamãe resolveu criar um blog, está postando com frequência e corujice à parte, escreve muito bem. Ela conta causos de sua vida, resmunga um bocadinho e faz piadas geniais. Vai mãe! o/

Aquático e Gramático: Mais um blog de esportes? Sim. Igual aos outros? Não. Eric e Julio falam de esporte com humor, postam fotos com legendas infames e agora contam com uma nova colaboradora: esta que vos fala. Recomendo particularmente as coberturas de jogos ao vivo. São de rolar de rir.

Fail: A autora desse blog me faz rir muito no msn. Mal humorada, resmungona, designer e ainda por cima trabalha com marketing. Coitada. Mas toda essa gama de coisas ruins culminam em um blog muito bem escrito, com um lay out bacana e atualizado sempre.

Tipo Roberto Justus: Ronald Rios contando suas peripécias em busca do trabalho perfeito. Morram de rir.

Tati Creizi: Essa louca trabalhava comigo. Cercada de blogueiras, achou por bem criar um blog só dela. Conta de viagens internacionais, palestras legais, fala de meditação… tem uns vídeos do David Lynch por lá, também.

Um Livro por Semana: a proposta de Zander Catta Preta era resenhar… bem, um livro por semana. Como ele não consegue, rola um de tempos em tempos. Muito bem resenhadinhos, diga-se de passagem.

Pérolas com Cuspe: Esse é uma baixaria só. Um homem de 35 anos compartilhando as piores histórias sexuais ever. Sabe quando a gente fica na dúvida se ri ou se chora? Então.

Espero que tenha ajudado vocês a passar uma tarde boa. Se joguem!

21
Aug

E quem disse que celebridade não sofre?

por Gabi

Adoro a Ivete Sangalo. Não as músicas em si, porque não curto axé de jeito nenhum.

Acho que ela é uma daquelas celebridades que todo mundo gosta: ela tem uma vibração, uma energia boa, dá vontade de pular quando a gente vê a mulher ao vivo. E ela dança, pula, envolve a platéia.

Talvez por isso eu tenha ficado chateada quando soube de uma fonte segura que ela está numa fase ruim. A pessoa é ligada diretamente à equipe de produção, e a fofoca é que os pagamentos estão atrasando.  Parece que Ivete está com dificuldades de fechar shows, as vendas do DVD caíram… É a pirataria, eu acho: nêgo prefere pagar 10 reais no camelô do que 40 na loja, né?

Me mandaram uma foto dela meio estranha também:

Sei lá; essa foto parece ser meio zoeira, tirada de algum lugar. Mas sobre o lance dos shows espero que ela fique bem e que isso não passe de mais um boato maldoso… Vamos esperar e ver se sai mais alguma coisa por aí, né?

20
Aug

Escolhas impensadas, consequências engraçadas

por Gabi

Sabem, de vez em quando a gente toma decisões absolutamente estúpidas. A gente faz coisas que se arrepende e fica pensando no que fazer pra sair da roubada em que se meteu. A gente bota a mão na cabeça e pensa “OH MY GOD, e agora? O que eu fiz”

E você se tortura e imagina como vai escapar dessa situação medonha, dessa sinuca de bico. Claro que seus amigos sempre te apóiam e dividem essas coisas com você. Sem eles, seria impossível sequer sonhar com uma coisa dessas.

Mas mesmo assim você se tortura por sua decisão e grita no meio da Avenida Rebouças:

COMO ASSIM EU VOU CORRER A NIKE 10K????

Pois é. Eu, Eric, Julio, Lelê e Lilhá vamos participar da Nike Human Race: um circuito de 10km, em pleno domingo de manhã. Ano passado o Eric correu e levou a uma história engraçadíssima envolvendo minha fuga para a Cobasi. Esse ano, só Deus sabe. Algo me diz que essa história vai acabar assim:

Sério, hoje mesmo eu desço pra treinar. Ou pra comer um pão de queijo ali na padoca da Sumaré, sei lá.

Dessa fantástica equipe de cinco pessoas, só têm alguma chance de sobrevivência a Lilhá, que virou rata de academia, e a Lelê, que pratica kung fu e pode nocautear qualquer um que tentar tirar sarro dela quando ela desmaiar. Eu e Julio já combinamos nos encontrar no posto médico número 2, ou no boteco que tiver no caminho, porque pretendemos aproveitar o circuito de rua pra tomar aquela cachacinha matinal e comer um torresminho pra rebater. Já o Eric é reincidente, então ele que se dane. Sério, um cara que faz isso uma vez e depois repete só pode ter problema mental.

As inscrições são cortesia de Dona Lilian, mas estou achando que ela fez isso pra tipos acabar com a amizade. Não quer mais falar comigo, é só avisar, Lili! Não precisa tentar me matar! Essas pessoas malvadas acabam comigo. Obrigada, Lili querida!

19
Aug

Por uma boa causa!

por Gabi

Eu já dei dicas de como fazer doação de livros, comida, entre outras coisas, e de como adotar um bichinho de rua, lembram? E hoje vou falar de mais uma boa ação.

A Samsung está patrocinando alguns atletas da delegação Olímpica – inclusive o Cesar Cielo, que eu postei aqui essa semana – e ao mesmo tempo ajudando crianças carentes. O projeto Medalha Azul envolve o patrocínio de atletas brasileiros que são campeões em suas categorias, ou veteranos, ou futuras promessas. Falei um pouco sobre o projeto no Aquático e Gramático, detalhando mais, porque lá o papo é de esporte. Mas saca só o time de peso da Medalha Azul: Além do Cesão, tem a Marta, o Giba, a Flavia Delaroli, o Robert Scheidt, a Daiane dos Santos, o maratonista Franck Caldeira,  o padrinho da galera Maurício e a promessa de futuro Priscila Xavier. Ah, e tem também o Clodoaldo Silva. Esse cara é especial: atleta para-olímpico, ele nada a prova dos 200m medley usando apenas os braços – e faz um tempo que quase o classificaria pras Olimpíadas. Sem usar as pernas, entendem? O cara é muito bom mesmo.

Vou aproveitar pra falar da doação que a Samsung vai fazer, em parceria com o Unicef. Cada blog que colocar o selinho ali do lado e fizer um post explicando sobre a importância do projeto ganha pontos. O acúmulo desses pontos vai gerar a doação de kits de material esportivo pra crianças carentes via Unicef. Simples assim: você posta, e as crianças ganham uma chance de ser um atleta no futuro.

Que tal? Tem coisa melhor que fazer algo pra ajudar sem ter muito trabalho?  Faça o post no seu blog e coloque o selo!

Campanha Medalha Azul - UNICEF

18
Aug

Vídeo do Justin Timberlake, comercial da Nike e Snake Plissken, tudo junto ao mesmo tempo

por Gabi

Pô, sou fã do Justin Timberlake. Não briguem comigo, mas o acho gatcheeenho e acho as músicas dele bem baladinhas-dançantes-gostosinhas. Nada que vá mudar o futuro da música mundial, mas super adequadas à pistas de dança e similares.

Isto posto, fiquei to-da ba-ba-da de ver o Justin no filme novo do Richard Kelly, dublando uma música da minha banda mais querida dos últimos dois anos. Ó:


Link via Papel Pop.

O Richard Kelly é o roteirista de Donnie Darko, que é bem legal embora eu tenha dormido no finzinho. Talvez porque o filme mostre a Drew Barrymore como sendo uma “adulta”. Ela é a professora do filme e eu nem gosto de imaginá-la como adulta. Prefiro quando ela faz papel de meninona abilolada, combina mais com ela – e comigo, já que o Eric insiste em dizer que eu sou a cara dela. Mas estou divagando: o tal Southland Tales é um filme que se passa numa Los Angeles pós-apocalíptica e…. PÁRA TUDO! Los Angeles pós-apocalítica de verdade só existe uma!


VAI SNAKE PLISSKEN!! Kurt Russel de tapa-olho é tão ruim que fica bom, moçada.

Mas esse vídeo do Justin nos remete ao lindo e maravilhoso comercial da Nike pras Olimpíadas desse ano:

Os caras SABEM o que estão fazendo, né? Baita vídeo bacana!