Neste fim de semana haverá um acontecimento estrondoso: o BlogCamp Meu aniversário. Completarei 31 anos. Sim, pois é, não tem mais volta. Os 20 já se foram, os 30 começam a correr e acho que os 40 vão chegar em segundos. Mas como não dá pra segurar o tempo, só me resta party like it was 1999 celebrar loucamente antes que fique gagá de vez. Esse ano, escolhi um lugar que nunca fui, porque sou ousada.
Chama-se Clube Praga e promete ser um refúgio indie longe do burburinho, das filas e dos emos da Rua Augusta. Tem pista de dança e na sexta a festa é rock´n´roll. O local é novo, fica nas Perdizes, do lado de casa então aproveitarei pra beber até cair e não ter problemas com a lei seca.
Festa na sexta, dia 29. Não tem lista, mas a entrada é amiga, 10 dinheiros - e se consumir 30 reais, não paga entrada, apenas o que consumir. Ó o flyer:
Quero ver todo mundo lá. E quem quiser me dar presente, será tudo muito bem vindo. Fiz uma listinha, porque sou pidona. Presenteiem-me com sua presença, ou com coisas materiais. Se alguém quiser me dar o ingresso pro show da Madonna ou depositar um valor na minha conta corrente, aceito também.
Mas o mais importante, claro, é ver os amigos. Então bora lá, macacada!
Nesse sábado rolou LuluzinhaCamp. Foi no Espaço Gafanhoto, organizado pelas Deusas. E foi muito, mas muito legal. Foi o máximo ver as meninas se organizando. Tivemos medo que faltasse comida, mas ninguém chegou de mãos abanando. Cada uma levaou um prato, uma bebida, uma gostosura. Tivemos medo que faltasse assunto, mas ninguém ficou falando de novela. Teve roda de moda, de tecnologia, de proteção animal, de beleza, de blogosfera, de filhos. Tivemos medo que faltasse gente, mas mais de 70 meninas apareceram. Ficamos preocupadas com estacionamento, assalto, invasão, desorganização. Mas nada deu problema. O encontro funcionou que foi uma belezinha, e a mulherada teve chance de se encontrar e se conhecer, de ver a cara de meninas que só conhecíamos online.
O mais legal de tudo isso, é que foi uma organização super espontânea. Claro que o pontapé inicial veio da Lili, Lu Freitas, Lu Monte, Nosphie e Zel - mas o resto das meninas vestiu a camisa de maneira que nunca imaginei. Todas as meninas super engajadas, a fim de bater papo e trocar idéias. Não pensei que a blogosfera feminina fosse tão grande, forte e simpática. Blogueiro tem fama de viver olhando o próprio umbigo, mas as meninas ali estavam mais preocupadas em dividir experiências do que em fazer comparações do tamanho do… pagerank. Deu pra sentir essa diferença entre homens e mulheres: menos competitividade, maior colaboração. Muito bom mesmo.
E talvez por ver toda essa agitação feminina eu tenha ficado um pouquinho desapontada com o livro Lipstick Jungle, que recebi num kit enviado pela Espalhe para promover a série homônima. O livro conta as aventuras de três mulheres de mais de quarenta anos, poderosas, ricas e influentes em NY. Deveria ser um Sex and the City com mulheres mais velhas, mas não achei grandes coisas: o livro é repleto de clichês. Apesar das situações que poderiam levar a conclusões interessantes, nada vira muito. Tudo se resolve facilmente, tudo dá certo, tudo fica bem. Espero que a série seja melhor que o livro, como (dizem) Sex and the City é. E espero que a Fox legende a série. Se for dublada, mudo de canal ra-pi-di-nho.
E embora a série tenha que ser ainda avaliada, a ação de marketing da Espalhe foi demais: Recebi um kit com o livro, fotos da ação e uma coleira com o nome do namorado. Embora o Eric tenha se recusado a usar o acessório, eu achei genial e extremamente ligado ao espírito da série. Além disso, a agência colocou umas mulheres poderosas andando por aí com rapazes na coleira pelas ruas de São Paulo. Mas o golpe de mestre foi levar a ação promocional de Lipstick Jungle pra dentro do LuluzinhaCamp. Uma perfeição: 4 moçoilos usando camisetas da série chegaram usando coleiras - e entusiasmaram a mulherada. Os meninos lindos, super simpáticos, posaram pra mil fotos, serviram champagne e aguentaram super bem a mulherada ensandecida pulando no pescoço deles.
Eu e Joana com os bonitões
Essa ação vem muito ao encontro do LuluzinhaCamp: mostrar pras mulheres que a gente tem o poder nas mãos, somos as donas das coleiras e tudo mais. Por outro lado, isso no fundo é um pouco clichê também, né? Achar que a gente manda nos homens é quase tão bobo quanto achar que homem pode mandar em mulher. Um dia, eu espero, a gente vai chegar num meio termo de companheirismo e igualdade, sem nenhum tipo de estupidez. Até lá, no entanto, prefiro homens de coleira à mulheres de burca. ![]()
Como hoje é sexta e ninguém trabalha na sexta à tarde exceto eu, viu chefinha querida aproveito pra mostrar os links de gente que eu leio e que ou está começando agora, ou criou blog novo… Cliquem nos links, valem a pena: é gente legal que escreve bem, cada um no seu estilo.
Divirtam-se.
Só uma Lagartixa: Este blog é escrito por uma pessoa muito especial MESMO. Minha querida mamãe. Sim, dona mamãe resolveu criar um blog, está postando com frequência e corujice à parte, escreve muito bem. Ela conta causos de sua vida, resmunga um bocadinho e faz piadas geniais. Vai mãe! \o/
Aquático e Gramático: Mais um blog de esportes? Sim. Igual aos outros? Não. Eric e Julio falam de esporte com humor, postam fotos com legendas infames e agora contam com uma nova colaboradora: esta que vos fala. Recomendo particularmente as coberturas de jogos ao vivo. São de rolar de rir.
Fail: A autora desse blog me faz rir muito no msn. Mal humorada, resmungona, designer e ainda por cima trabalha com marketing. Coitada. Mas toda essa gama de coisas ruins culminam em um blog muito bem escrito, com um lay out bacana e atualizado sempre.
Tipo Roberto Justus: Ronald Rios contando suas peripécias em busca do trabalho perfeito. Morram de rir.
Tati Creizi: Essa louca trabalhava comigo. Cercada de blogueiras, achou por bem criar um blog só dela. Conta de viagens internacionais, palestras legais, fala de meditação… tem uns vídeos do David Lynch por lá, também.
Um Livro por Semana: a proposta de Zander Catta Preta era resenhar… bem, um livro por semana. Como ele não consegue, rola um de tempos em tempos. Muito bem resenhadinhos, diga-se de passagem.
Pérolas com Cuspe: Esse é uma baixaria só. Um homem de 35 anos compartilhando as piores histórias sexuais ever. Sabe quando a gente fica na dúvida se ri ou se chora? Então.
Espero que tenha ajudado vocês a passar uma tarde boa. Se joguem!
Adoro a Ivete Sangalo. Não as músicas em si, porque não curto axé de jeito nenhum.
Acho que ela é uma daquelas celebridades que todo mundo gosta: ela tem uma vibração, uma energia boa, dá vontade de pular quando a gente vê a mulher ao vivo. E ela dança, pula, envolve a platéia.
Talvez por isso eu tenha ficado chateada quando soube de uma fonte segura que ela está numa fase ruim. A pessoa é ligada diretamente à equipe de produção, e a fofoca é que os pagamentos estão atrasando. Parece que Ivete está com dificuldades de fechar shows, as vendas do DVD caíram… É a pirataria, eu acho: nêgo prefere pagar 10 reais no camelô do que 40 na loja, né?
Me mandaram uma foto dela meio estranha também:
Sei lá; essa foto parece ser meio zoeira, tirada de algum lugar. Mas sobre o lance dos shows espero que ela fique bem e que isso não passe de mais um boato maldoso… Vamos esperar e ver se sai mais alguma coisa por aí, né?
Sabem, de vez em quando a gente toma decisões absolutamente estúpidas. A gente faz coisas que se arrepende e fica pensando no que fazer pra sair da roubada em que se meteu. A gente bota a mão na cabeça e pensa “OH MY GOD, e agora? O que eu fiz”
E você se tortura e imagina como vai escapar dessa situação medonha, dessa sinuca de bico. Claro que seus amigos sempre te apóiam e dividem essas coisas com você. Sem eles, seria impossível sequer sonhar com uma coisa dessas.
Mas mesmo assim você se tortura por sua decisão e grita no meio da Avenida Rebouças:
COMO ASSIM EU VOU CORRER A NIKE 10K????
Pois é. Eu, Eric, Julio, Lelê e Lilhá vamos participar da Nike Human Race: um circuito de 10km, em pleno domingo de manhã. Ano passado o Eric correu e levou a uma história engraçadíssima envolvendo minha fuga para a Cobasi. Esse ano, só Deus sabe. Algo me diz que essa história vai acabar assim:
Sério, hoje mesmo eu desço pra treinar. Ou pra comer um pão de queijo ali na padoca da Sumaré, sei lá.
Dessa fantástica equipe de cinco pessoas, só têm alguma chance de sobrevivência a Lilhá, que virou rata de academia, e a Lelê, que pratica kung fu e pode nocautear qualquer um que tentar tirar sarro dela quando ela desmaiar. Eu e Julio já combinamos nos encontrar no posto médico número 2, ou no boteco que tiver no caminho, porque pretendemos aproveitar o circuito de rua pra tomar aquela cachacinha matinal e comer um torresminho pra rebater. Já o Eric é reincidente, então ele que se dane. Sério, um cara que faz isso uma vez e depois repete só pode ter problema mental.
As inscrições são cortesia de Dona Lilian, mas estou achando que ela fez isso pra tipos acabar com a amizade. Não quer mais falar comigo, é só avisar, Lili! Não precisa tentar me matar! Essas pessoas malvadas acabam comigo. Obrigada, Lili querida!
Eu já dei dicas de como fazer doação de livros, comida, entre outras coisas, e de como adotar um bichinho de rua, lembram? E hoje vou falar de mais uma boa ação.
A Samsung está patrocinando alguns atletas da delegação Olímpica - inclusive o Cesar Cielo, que eu postei aqui essa semana - e ao mesmo tempo ajudando crianças carentes. O projeto Medalha Azul envolve o patrocínio de atletas brasileiros que são campeões em suas categorias, ou veteranos, ou futuras promessas. Falei um pouco sobre o projeto no Aquático e Gramático, detalhando mais, porque lá o papo é de esporte. Mas saca só o time de peso da Medalha Azul: Além do Cesão, tem a Marta, o Giba, a Flavia Delaroli, o Robert Scheidt, a Daiane dos Santos, o maratonista Franck Caldeira, o padrinho da galera Maurício e a promessa de futuro Priscila Xavier. Ah, e tem também o Clodoaldo Silva. Esse cara é especial: atleta para-olímpico, ele nada a prova dos 200m medley usando apenas os braços - e faz um tempo que quase o classificaria pras Olimpíadas. Sem usar as pernas, entendem? O cara é muito bom mesmo.
Vou aproveitar pra falar da doação que a Samsung vai fazer, em parceria com o Unicef. Cada blog que colocar o selinho ali do lado e fizer um post explicando sobre a importância do projeto ganha pontos. O acúmulo desses pontos vai gerar a doação de kits de material esportivo pra crianças carentes via Unicef. Simples assim: você posta, e as crianças ganham uma chance de ser um atleta no futuro.
Que tal? Tem coisa melhor que fazer algo pra ajudar sem ter muito trabalho? Faça o post no seu blog e coloque o selo!
Pô, sou fã do Justin Timberlake. Não briguem comigo, mas o acho gatcheeenho e acho as músicas dele bem baladinhas-dançantes-gostosinhas. Nada que vá mudar o futuro da música mundial, mas super adequadas à pistas de dança e similares.
Isto posto, fiquei to-da ba-ba-da de ver o Justin no filme novo do Richard Kelly, dublando uma música da minha banda mais querida dos últimos dois anos. Ó:
O Richard Kelly é o roteirista de Donnie Darko, que é bem legal embora eu tenha dormido no finzinho. Talvez porque o filme mostre a Drew Barrymore como sendo uma “adulta”. Ela é a professora do filme e eu nem gosto de imaginá-la como adulta. Prefiro quando ela faz papel de meninona abilolada, combina mais com ela - e comigo, já que o Eric insiste em dizer que eu sou a cara dela. Mas estou divagando: o tal Southland Tales é um filme que se passa numa Los Angeles pós-apocalíptica e…. PÁRA TUDO! Los Angeles pós-apocalítica de verdade só existe uma!

VAI SNAKE PLISSKEN!! Kurt Russel de tapa-olho é tão ruim que fica bom, moçada.
Mas esse vídeo do Justin nos remete ao lindo e maravilhoso comercial da Nike pras Olimpíadas desse ano:
Os caras SABEM o que estão fazendo, né? Baita vídeo bacana!
Confesso: tenho certo desprezo por competições esportivas e o espírito de “BRASIL BRASIL BRASIL”que toma nosso país em época de Copa do Mundo e congêneres. O país pára pra ver 11 caras correndo atrás de uma bola e esquece de todo o resto. Assim como as Olimpíadas fizeram o mundo passar batido pelo assunto que tomaria os noticiários se tivesse ocorrido em Setembro ou em Julho: a invasão da Geórgia pela Rússia. Acabo ficando cética e amarga e achando que o esporte é um escapismo, uma maneira de desviar a atenção dos problemas reais.
Mas no fim de semana, bastante cansada e tendo que lidar com alguns problemas de verdade, acabei ligando a tevê pra acompanhar alguns esportes e desligar um pouco a cabeça. Peguei justamente o atletismo, que meio que personifica a origem dos jogos, na Grécia Antiga. Vi um monte de homens e mulheres belíssimos, com corpos musculosos e proporcionais. Vi as três jamaicanas levando o pódio nos 100 metros rasos. Uma delas era muito alta, tinha pernas como colunas, retas e lisas. A outra, mais baixa, era puro músculo e sorriso ao vencer a prova. As três lindas, lindas…
Depois vi um pouquinho do salto em altura masculino e Dragutin Topic, sérvio que ficou tão bravo quando tocou o sarrafo pela terceira vez, derrubando-o e não se classificando. Vi Jardel Gregório se classificando pra final do salto triplo. Tantos atletas, e simplesmente correndo ou saltando apenas pela necessidade de correr, de provar ser o melhor. “Citius, Altius, Fortius” foi o slogan escolhido pelo Barão de Coubertin pras Olimpíadas Modernas: “Mais rápido, mais alto, mais forte”. E vendo aquela gente bonita correndo e pulando, pude entender um pouquinho essa necessidade de ser o mais rápido, alto e forte. O brilho nos olhos de cada um, o gesto de comemoração, o grito de alegria ou frustração, o choro…
Na sexta à noite, Cesar Cielo me fez chorar um pouquinho. Independente dele treinar nos Estados Unidos, se tem mérito do COE ou não, naquela hora do pódio era só um menino chorando, feliz e emocionado por ganhar a medalha de ouro.
Cesão me fez dar uma choradinha e parar pra pensar que de vez em quando é importante correr simplesmente pra ser o mais rápido, pular pra subir mais alto, ou aguentar o peso e mostrar que é o mais forte.
Depois de contar a história dos meus filhos, teve mais gente querendo que eu contasse a história dos filhos deles. Bora lá?
A querida Lilhá sempre ia à minha casa e pegava meus gatos no colo, apertava, fazia carinho, se acabava de curtir os felinos. E sempre dizia que queria um gato, que ia levar os meus e que queria muito ter um bichinho pra chamar de seu. No aniversário dela, resolvemos atender seus pedidos: fomos atrás de um gatinho pra ela. Não recomendo que ninguém dê um animal de presente, porque bicho não é objeto pra gente sair distribuindo. Mas nesse caso, sabíamos que ela queria mesmo um gatinho; ela inclusive já havia pedido que eu a levasse a uma feira de adoção. Nós só antecipamos o fato em umas semanas.
Aí fomos até a casa de um protetor pra escolher um filhote à pampa. Havia um monte de gatinhos - eu mesma tive que me segurar pra não pegar nenhum. Uma pequena tricolor saltou aos olhos, porque era a mais besta de todos: ela mordia a própria pata, pisava no próprio rabo e se divertia subindo no sofá e pulando de cabeça no chão. Ou seja, tão besta quanto Lilhá. Um par perfeito. Lilha instantâneamente se apaixonou pela gatinha e a batizou de Clementine. Resta saber quem é mais fofa: Clem ou a dona e suas bochechas mega-apertáveis. Ó:
Aliás, um desses acabou entrando na história da adoção quase sem querer. Zé, o maior nerd que jamais andou no meu carro, foi conosco. Chegando na casa do protetor, uma bola de pêlo cinza insanamente pulou em cima dele, o arranhou, deu um duplo twist carpado com giratória e aterrisou na garganta do Junior, o que fez com que o Zé gritasse:
É isso aí, mata o marvete!
Claro que foi amor à primeira vista para o nosso DCnauta, que levou a gatinha pra casa. Batizada de Arlequina, a felina conquistou o coração de Dona Finita, a amável mãe do Zé. Depois de um tempo, o pai dele cedeu aos encantos da bichinha e pronto: a gata ficou mais querida do que o Zé. E é mais bonita que ele, claro:
Por último, vamos à uma história de amor. Junior é um homem atormentado, que vive à sombra de fantasmas do passado, consumido pelo ódio à humanidade, torturado pela obrigação de ter que conviver com outras pessoas. Ou isso é o que ele quer que pensemos. Porque eu posso dizer: já vi Junior dar mostras de um amor muito profundo… por suas gatas.
A primeira que veio foi Ingrid, uma vira lata rajada da melhor estirpe. Metida, fresca, enjoada como só uma gata única pode ser, era a rainha da casa. Ingrid era linda e tinha aquele ar superior de gata egípcia, mas de vez em quando fazia das suas e aprontava lindamente, como deve ser com qualquer princesa.
Depois de um tempo veio a Sophie, uma gorducha preto-e-branco bem mais safada. As duas brigavam de vez em quando mas viviam uma relação de amor louco temperado à lambidas.
Infelizmente, Ingrid foi cruelmente assassinada por um vizinho para o qual eu desejo nada além do mais puro sofrimento. Junior ficou arrasado. E Sophie sofreu muito: miava de solidão.
Mas eis que uma mulher sábia colocou no caminho de Junior o gato mais safardana que o mundo já produziu: Francis Bacon, gato laranja, dengoso e fofissimo. Cheio de amor pra dar, Francis encheu o coração de Junior de alegria - e também encheu o saco dele, uma vez que esta pequena peste corre pela casa, derruba tudo, faz xixi no lugar errado… mas vejam que fofura:
Hoje Junior é um homem que voltou a sorrir.
A gata gosta disso. Eu acho.
E essas foram as adoções pelas quais me sinto diretamente responsável. No fundo, esses gatos são todos meus afilhados.
E quem mais tem histórias de gato pra contar? me mandem e eu compartilho com o resto do mundo!
Imaginem um lugar cheio de mulheres. De várias idades, de várias partes do país. Agora imaginem que essas moças são todas blogueiras. O que pra alguns pareceria o inferno, pra mim e mais 99 garotas será o céu: Luluzinha Camp.

Trata-se de oportunidade única pra encontrar outras mulheres que escrevem em blogs. Vai ter representante de blog de tecnologia, de variedades, de miguxice, de música, de diarinho, de mídia, de nada… Rola em São Paulo, no Espaço Gafanhoto.
Não paga nada pra entrar - também não espere um mega evento: não tem patrocínio, não tem brinde, não tem jabá. Só um monte de garotas parecidas com você falando sobre blog, sobre receitas, sobre mídia, sobre a blogolândia, e certamente sobre a novela, a vida, o namorado, a amiga…. porque 100 mulheres juntas vão falar sobre tudo que pudermos imaginar.
Porque mulher é assim, né? De qualquer cor, tamanho, idade. Mulher é um bichinho engraçado que quando se junta começa a falar e não pára mais. E uma entende a outra: o mais engraçado é que a gente se entende através do que a gente não fala, com as coisas que ficam nas entrelinhas. É, os homens têm direito de reclamar: eles nunca vão entender, mesmo.
As inscrições estão acabando, porque são limitadas. Clique e inscreva-se você também e venha dividir todo esse estrogênio! E lembre-se de trazer sua própria caneca, hein? Tô em dúvida se levo a da Hello Kitty, uma da WWF, uma preta básica, uma grandona… ai, ai… Bom, certeza que eu vou levar brigadeiro: prometi pras meninas e não volto atrás em promessa de comida.
Pra quem não mora em SP e não tem como vir pra cá, a dica é: organize seu próprio mini-Luluzinha Camp. Vale juntar as amigas, vale participar pelo Twitter, vale o que você quiser. Vejam o post da Nosphie, que ela dá o serviço todo!
Estou esperando vocês lá. E os meninos são muito bem vindos depois das 17hs, quando a gente for tomar cerveja nalgum boteco local.
E eu e dona Rachel estamos aprontando uma surpresinha. Não, nenhuma das duas vai tirar a roupa. Mas preparem-se que vai ser muito legal. ![]()