<
24
Jan

Eu, as semanas de moda e uma Geladeira que Tuita

por Gabi

Semana passada eu estava no Fashion Rio. Hoje estou no SPFW. São 2 eventos super nervosos, cheios de gente e de trabalho. E tá uma correria muito maluca, do tipo que não dá nem pra pensar direito. Pra piorar, dentro da Bienal o ar condicionado é ligado no talo e o ar fica super ressecado. Pra aguentar essa correria, o combustível é muita barrinha de cereal e muita, mas muita água.  Eu bebo água como uma esponja, o dia inteiro com a garrafinha ao lado do notebook.

Coincidentemente, nessa mesma semana estou participando de uma brincadeira bem legal: uma geladeira que tuita. Funciona assim: cada vez que eu abrir uma mini geladeira que está aqui em casa, ela manda um tweet pro meu perfil avisando que eu estou bebendo água e dando um toque pras pessoas beberem também.

Jack Black aguarda ansiosamente a abertura da porta

Eu amei a brincadeira: vi outras blogueiras fazendo e gostei muito! Uma das coisas que mais sinto falta é quando esqueço de beber água. Fico me sentindo meio indisposta e mais cansada, como se faltasse alguma coisa. Em um dia normal, eu bebo no mínimo 2,5l de água, e isso ajuda muito a me sentir hidratada.

Essa geladeirinha é uma cortesia da Bonafont Água Leve, da Danone, perfeita pra ser bebida ao longo do dia! Vão acompanhando a minha geladeira; me disseram que ela vai tuitar coisas bem bacanas – e só no primeiro tweet que ela soltou já teve até cantada, acreditam?

Para saber mais, acompanhem também o perfil @BonafontBrasil ou acesse www.euqueroeliminar.com.br.

18
Jan

Para descer aperte o botão para descer.

por Gabi

O título parece esdrúxulo e errado, mas não tá.

Explico: eu trabalho no 13 andar e paro o carro no S2 (que meigo). Vira e mexe chamo o elevador no S2 pra subir e ele desce com gente que pegou o mesmo no Térreo. Ou seja, a pessoa apertou botão pra subir e pra descer no térreo, o elevador parou, a pessoa entrou e o elevador desceu.

Geralmente a pessoa ainda faz cara feia como se a culpa do elevador ter descido fosse minha. Não foi, meu amigo. Foi VOCÊ que apertou um botão a mais e fez o elevador parar no andar de maneira errada.

Coloquei uma imagem pra demonstrar como se deve apertar o botão caso se queira descer:

Viram? Estique seu dedinho e aperte o botãozinho desejado! É bem simples e qualquer um consegue! Pode apertar o botão com o cotovelo, com uma caneta, com o nariz… o que importa é apertar a setinha que aponta pra direção desejada.

Então deixo aqui um apelo importante: se for subir, aperte o botão pra subir. Se for descer, aperte pra descer. Eu juro que funciona direitinho, prometo que apertar os dois não faz o elevador chegar mais rápido.

A única coisa que você  consegue mais rápido, seu estrupício, é me deixar irritada com sua cara de palerma.

 

13
Jan

Meu amigo tatu

por Gabi

Essa semana tive uma notícia muito triste. Perdi um amigo, uma pessoa que me fez rir muito, me apoiou e me fez chorar algumas vezes ao longo dos anos. Um cara inteligente, um dos mais inteligentes que já conheci. Advogado que passou na OAB e jogou o diplominha na gaveta, depois virou historiador e arqueólogo, que tinha paixão por dar aulas e ensinar. Ele estava morando fora de São Paulo e veio pra cá passar o reveillon. Semana passada, marcamos uma cerveja e eu não pude ir. Tenho aqui o sms dele dizendo que duvidava que fôssemos tomar uma cerveja só, demos risada no telefone quando eu disse que se fosse Scottish Courage ia ser uma só mesmo, e marcamos pra quando ele voltasse pra cidade.

Eu estou muito triste e sei que amigos meus estão também muito tristes. Queria estar com eles agora, mas estou longe de casa, trabalhando, e não consegui voltar a tempo. Estou no Rio, num hotel, com uma conexão de internet péssima, cansada e chorando desde quarta, quando soube da notícia. Daqui de longe, estou pensando nele e em todos os meus amigos que estão em SP nesse momento, tentando lembrar dele como ele deve ser lembrado: o cara que me dava trabalho em sessões de RPG, que me ensinou o que eram sambaquis, o cara que ofereceu o ombro quando eu precisei muito, o cara que me levou pra tomar cerveja no Asterix, o cara que me ajudou a empurrar o carro quebrado, que ficou em pânico quando viu uma aranha na piscina, que disse “Auab” quando chegou em casa bêbado, que tropeçou no Supla na festa da MTV, que esqueceu uma sacola de linguiças na beira da Anhanguera, aquele cujo pai foi confundido com um caseiro, que era conhecido como tatu bêbado. Meu amigo.

Peninzito, essa é pra você. Go out in style e guarda uma cerveja pra mim.

You may bury me with an enemy in mount calvary
You can stack me on a pyre and soak me down with whiskey
Roast me to a blackened crisp and throw me in a pile
I could really give a shit – I’m going out in style
You can take my urn to fenway spread my ashes all about
Or you can bring me down to wolly beach and dump the sucker out
Burn me to a rotten crisp and toast me for a while
I could really give a shit – I’m going out in style

 


 

06
Jan

Retrospectiva 2011 – Previsões 2012

por Gabi

Sei que estou atrasada nesse post, mas parafraseando um tweet da Vicky, eu comecei a fazer um post de retrospectiva de 2011 e fiquei deprimida. Porque assim, 2011 foi uma grande merda de um ano onde um monte de coisa deu errado em muitos campos da minha vida. De janeiro a dezembro, a cada mês fui surpreendida por uma bosta. Eu diria que quero esquecer 2011 pra sempre não fosse o fato do show do Pearl Jam ter sido em 2011 e eu ter achado um dos shows mais foda da minha vida. Everybody had a hard year, e 2011 foi um dos meus.

E eu não vou ficar aqui contando tudo que aconteceu, porque não quero ficar remoendo o passado, combinado?

Prefiro pensar no ano novo. 2012 começou num ritmo maluco, cheio de trabalho e correria. Não teve aquela semaninha sossegada do começo do ano, sabem? E acho que vai ser assim o ano todo: muito trabalho, mas muita coisa sendo feita, vendo resultados. Eu tenho grandes planos pra 2012 e acredito que tem que ser assim. A gente tem que olhar pra frente e  fazer acontecer o que quer.

Bora lá?

15
Dec

Presentão de Natal: #Tuite1Presente

por Gabi

Ah!, o fim de ano. O sorriso das crianças [da gente também, né?] pensando em rabanada, pais, mães, namôs, vizinhos e chefes na correria dos últimos presentes, todo mundo se organizando para a ceia e o pós-ceia… No meio de todo esse clima ótimo de festa, o Shopping Eldorado resolveu fazer um agrado para este singelo blog e eu resolvi passar o agrado adiante, que coisa boa a gente divide!

O que o Casa da Gabi ganhou e vai dividir com um leitor do blog não é coisa pequena ou pouco misteriosa. Na verdade, é até “pequena”, e depois de aberta a caixa, sai o mistério e fica mesmo só a alegria. Mas para manter o ar de curiosidade e desafiar vocês a merecerem esse presentão, bolamos uma brincadeira à altura. Tá pensando que aqui rola moleza?

Durante todo o dia de hoje (15/12), vou soltar seis tuites com a hashtag #tuite1presente, dando dicas do que é o meu presente para os leitores do blog. Vence quem deduzir qual é o regalo e for o primeiro mandar um reply para mim (@gabibianco) com o nome certinho do mimo, lembrando sempre de incluir a hashtag #tuite1presente e citando o @ShopEldorado.

A promoção vale somente para residentes na cidade de São Paulo, o vencedor só tem 07 dias corridos a partir da resposta certa para retirar o presente com o concierge do Shopping Eldorado – não deixe de levar um documento com foto, hein? – e lojistas e funcionários do Shopping não participam da brincadeira.

Que tal, hein? Nada mal, nada mal. Quem levará essa? ;)

 

14
Dec

Cartinha pro Papai Noel

por Gabi

Papai Noel, seu lindo. Todo ano eu faço uma cartinha pro senhor contando que eu fui uma boa menina e que mereço ganhar muitos presentes e todo ano o senhor me traz um monte de coisas boas, presentes, amigos, família e tudo mais.

O lance é que esse ano eu não sei se fui uma boa menina, Noel.

Eu falei muito palavrão, mas muito mesmo. Eu sou muito boca suja, o senhor não sabe. Ou sabe e aí vai ficar puto comigo e não me trazer presente. Aí, ó que merda, já falei palavrão aqui. Se o senhor puder, me traga noção pra parar de falar palavrão, principalmente na frente dos clientes, do chefe e de senhoras de idade no supermercado.

Eu também trabalhei demais. Pra variar um pouco, aliás. Todo ano eu trabalho demais, né? Chego cedo, saio tarde, arranco os cabelos pro causa de maluquices dos outros, cancelo festa em cima da hora porque estou trabalhando… olha, Noel, é o seguinte: nesse Natal me traga bom senso pra não fazer mais isso, que tal?

Outra coisa que fiz pouco esse ano foi ter tempo pra cuidar de coisas que gosto. Esse ano escrevi pouco no blog, não vi todos os amigos que gostaria de ter visto, não consegui fazer as doações que podia ter feito, cozinhei de menos… Então o senhor podia me dar um pouco mais de tempo em 2012. Prometo usá-lo direitinho.

Esse ano eu fiz dieta, Papai Noel, e perdi um monte de quilos, e essa fome toda me deixou muito irritada e mal humorada. E de quebra, apareceram pedras na vesícula que eu vou tirar hoje. Então como o senhor obviamente não vai me trazer uma vesícula nova, podia me trazer força de vontade pra eu continuar emagrecendo e indo na academia assim que o repouso da cirurgia acabar, pode ser?

Aí a gente fica combinado: o senhor me traz essas coisas todas, em 2012 eu serei uma boa menina e no fim do ano a gente conversa sobre aquele lance da mega sena, que tal?

Quem entendeu me add

04
Dec

Domingo é dia de macarrão

por Gabi

Macarrão de domingo é um dever, uma obrigação para com a sociedade. Que churrasco, que nada: domingo é dia de comer macarrão e cochilar preguicentamente depois, pra acordar na hora do jogo. É uma das coisas que eu mais gosto de fazer: uma macarronada, um cochilo, uma preguiça, uma molezinha na frente da TV.

E pra fazer macarrão é tão simples, que dá até pena de quem compra pomarola de caixinha pronto. Eu tenho vergonha quando vou ao mercado e compro molho de caixinha. Passo no caixa meio cabisbaixa, escondendo, e como aquelas pessoas que têm vergonha de comprar camisinha na farmácia e disfarçam comprando desodorante e aspirina junto, eu coloco coisas no carrinho pra desbaratinar. Coloco pão, leite, refrigerante, qualquer coisa pra distrair a mocinha e evitar que ela pense que sou do tipo que come molho pronto de caixinha. Porque eu não sou. Mas às vezes chego tarde em casa, às vezes o marido tá sozinho e com fome, e aí eu apelo pro molho pronto. Mas tenho vergonha.

O que gosto mesmo é de comprar polpa de tomate, extrato de tomate ou tomate pelado – ou ainda comprar tomate fresco bem maduro e aferventar até sair a pele depois de fazer um corte em cruz na bundinha dele. Enfim, eu bato esse tomate ou uso a polpa ou o extrato e fica bem melhor do que qualquer molho pronto.

Ralo cebola bem fininha, porque minha mãe não gosta de cebola e minha vó me ensinou assim. Refogo cebola ralada e alho batidinho no azeite até dourar, coloco carne moída duas vezes, uma carne magrinha e sem gordura porque o gosto é melhor assim, e refogo. Quando a carne fica marrozinha e começa a soltar água, coloco um copo de vinho tinto. Nele dissolvo um envelopinho de caldo de legumes ou de frango, pra dar sabor. Não uso cubo, tem muita gordura. Nessa hora, o gato vem trançar nas minhas pernas e eu o enxoto com o pano de prato. Acredito piamente que cozinheira que tem gato ou cachorro ou criança pra atrapalhar na hora de cozinhar faz a comida mais gostosa, sempre.

Espero ferver pra evaporar o álcool do vinho, e aí coloco a massa de tomate, misturo e vejo se a cor está bonita. Se não estiver bem vermelhinho, boto mais extrato de tomate pra ficar lindo e vermelho brilhante. Aí um pouco de pimenta do reino pra dar uma acordada na língua na hora de comer,  uma colher de açúcar pra quebrar a acidez e deixo ferver pra apurar e engrossar. Quando chega no ponto que gosto, desligo e enfio montes de folhas de manjericão bem lavadinhas. Manjericão e manjerona são as únicas ervas aceitáveis no molho do macarrão. Não sei o que leva um ser humano a colocar orégano no molho de macarrão. Amarga ao ferver e acaba com o sabor.

Esquento água, cozinho a massa, fresca ou seca, tanto faz. Nunca vai ser gostosa como a massa fresca que minha avó abria na mesa da cozinha e pendurava em cabos de vassoura pra secar. Eu não sei fazer a massa do macarrão. A minha fica seca e ruim. Melhor comprar logo no mercado. Cozinho, jogo o molho por cima, um pouco de parmesão ralado na hora, um pãozinho pra limpar o prato e é isso, o macarrão de domingo está pronto e na mesa. Eu bebo com coca cola mesmo. Muitos bebem com vinho, que combina muito bem.

Agora vamos comer que daqui a pouco tem jogo do Timão. Uma rodada de massa com vinho pro Doutor, que era do tipo que comia, bebia e vivia, e agora vai ver o Corinthians campeão lá de cima.

Salute!

29
Nov

Banda, banhas e bustos

por Gabi

A correria anda impressionante. E pra trabalhar correndo eu preciso de combustível: enfio os fones de ouvido e isolo o mundo exterior, pra me concentrar. Melhor coisa.

Essa semana vazou o novo do The Black Keys, banda que já nos brindou com muita música boa e um clipe ultra fofo. O link que eu tinha pra baixar já era, mas veja ae descontraidamente o El Camino disponível no Pirate Bay se você apoiar essa coisa horrenda que é a pirataria e tal. Olha só o primeiro clipe pra sentir a belezinha que é Lonely Boy, primeiro single a ser lançado.

Descobri que eu não sei agradecer algumas coisas. Por exemplo, encontro alguém que não me vê há algum tempo e a pessoa diz “Você emagreceu bastante!” e ao invés de agradecer eu digo “Emagreci, está sendo horrível de difícil e eu quero matar pessoas e chutar a parede, mas emagreci sim” ou alguma variante mais educadinha.

A real é que eu não vejo muito porque agradecer por uma coisa que só está acontecendo por um baita esforço da minha parte. Academia 3 vezes na semana, salada, nada de docinhos, isso tudo é um porre e o mínimo que tem que acontecer é eu emagrecer. Então se eu te encontrar e você me achar mais magra e eu não agradecer, não se ofenda. É só o meu jeitinho mesmo.

 

Comprei simplesmente 3 sutiãs na Loungerie. Apesar de não ter sido muito bem atendida na primeira vez que fui lá, o sutiã é tão fantástico que voltei e aí sim fui atendida direitinho.

Eles seguem a numeração americana, de medir o tronco e o busto, e aí chegar numa medida que sirva direitinho na taça e nas costas. Vale a visita (e espero que você seja bem atendida) e o preço é bem ok.

Enfim, essa é minha vida. Como vai a de vocês?

24
Nov

Quer doar? Avise.

por Gabi

Alguns assuntos são tão importantes que a gente não pode deixar de falar, mesmo que repetindo o tema. E tenho que falar no meu blog, na mesa do bar, no trabalho, com os colegas, com a família. Principalmente quando o assunto envolve salvar a vida de alguém.

Novembro é o mês escolhido pra falar desse assunto, mas a gente tem que repeti-lo o ano todo. Tem que falar até cansar, pra ficar claro pra todo mundo o que a gente quer. Eu disse ano passado e repito: Meu coração é seu. Meu fígado, pâncreas, córneas, pulmões e todos os órgãos que possam ser utilizados em transplantes. Quando eu morrer, tirem tudo, tudo, e doem pra alguém. Milhares de pessoas esperam a doação de um órgão para que possam viver muitos anos mais, como o querido Ale Rocha.

Uma informação super importante: para doar seus órgãos, basta avisar que deseja fazer isso. Avise sua familia, o marido, os amigos, todo mundo. Porque aí, quando você morrer (e você vai morrer, meu amigo, assim como eu e todo mundo), o seu responsável poderá doar os órgãos. Não precisa carteirinha, registro, nada. Basta que sua família autorize a doação.

Olha só o videozinho com uma moça que fez transplante de verdade – e tá lá, lindona e viva porque alguém abriu mão de um órgão que não ia mais ter uso – porque deixar pra terra comer é bobagem, amigos! A gente doa roupa, brinquedo, sapato que não usa mais ou saiu de moda. Vamos doar uma coisa realmente importante?

22
Nov

Cartinha pro Dave Grohl

por Gabi

Querido Dave Ghrol, eu trabalhei até super tarde ontem num evento, e cheguei em casa cansada e com sono.

Mas aí eu fiquei acordada até muito tarde ontem esperando pra comprar ingresso. Não consegui. O site estava com excesso de acessos, Dave. Vai ver ninguém pensou que vocês iam gerar tanto acesso.  Hoje, acordei cedo pra tentar e não consegui de novo. O site continuava com excesso de acessos e estava fora do ar, desde as 6 da manhã. Mas eu fiquei tentando, apertando F5 de vez em quando, testando em vários navegadores. Sorte que trabalho na frente de um computador e na internet o dia inteiro, cara. Logo depois do almoço, rolou uma evolução: apareceu uma fila virtual e eu era número 8000 e cacetada. Passei boa parte da tarde nessa fila, com medo de cair o servidor, a internet e de travar meu computador, porque pobre só se fode.

 

Aí perto das 19hs finalmente consegui. Gastei um dinheirão, Dave, parcelei em 3 vezes pra caber no orçamento e ainda assim é caro pra caramba. Mas eu vou pagar, Dave. Porque assim, você é foda. A banda toda é foda. O Nate é foda. O Taylor é foda. O Pat é foda, mesmo parecendo um ator latino de filmes classe B. Até o Chris que nem aparece muito é foda. Quando vocês tocam, vocês são foda.

E esse nível de fodice faz com que eu arrume dinheiro do além, aguente pagar caro pra caramba por 2 ingressos, sabendo que vai rolar perrengue de trânsito, fila, que o lanche vai ser caro e ruim, que a cerveja vai estar meio quente, que eu vou ter dor nas pernas. A maravilha de banda que vocês são faz com que eu esqueça as bobagens que o Perry Farrel falou, faz com que eu abstraia a taxa de conveniência de 100 pilas e toda a merda que sempre rola nesses mega shows.

Porque eu quero muito ir ao show do Foo Fighters. De vocês espero só que sejam tão bons quanto sempre foram. Quero que vocês toquem as músicas que eu mais gosto. Que toquem como se estivessem na garagem de casa tocando por puro gosto, ou como se estivessem num estádio lotado com o Led Zeppelin, ou como porque banda boa é banda que gosta de se apresentar ao vivo. E eu tenho a impressão que vocês gostam, quando vejo como ao fim de um show vocês estão cansados, suados, sorrindo e felizes. Vocês curtem ser uma banda de rock e isso é o que importa pra mim.

Te vejo em Abril, Dave.